terça-feira, 10 de abril de 2012

QUAIS SÃO AS PROMESSAS DA NOVA ALIANÇA?



Em primeiro lugar, a Nova Aliança proporciona uma transformação interior da mente e do coração, que só pode ser produzida através da regeneração espiritual. Deus disse: “Nas suas mentes imprimirei as Minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei” (Hb 8.10). A Antiga Aliança era exterior, lavrada na pedra (Êx 32. 15-16); a Nova Aliança é escrita “em tábuas de carne, isto é, nos corações” (II Co 3.3), através do ministério do Espírito Santo. Isso acontecerá com Israel, como um todo, na Segunda Vinda de Cristo, quando Deus derramará o Seu Espírito sobre o povo judeu não-salvo, fazendo com que se arrependa de seus pecados e aceite Jesus como seu Messias (Zc 12.10; Rm 11.26).

Em segundo lugar, a Aliança Mosaica estipulava que os conceitos da Lei, com seus complicados rituais e regimentos, só fossem ensinados pelos líderes religiosos. Os que vivem sob os preceitos da Nova Aliança são ensinados pelo Senhor, por meio do Espírito Santo que habita em seu interior, e recebem poder para andar nos caminhos do Senhor e guardar os Seus estatutos (Ez 36.27).

Em terceiro lugar, na Antiga Aliança, o pecado era lembrado sempre que um animal era oferecido em sacrifício (Hb 10.3). Na Nova Aliança, Jesus foi o Cordeiro do sacrifício, que, de uma vez por todas, removeu o pecado (Hb 10.15-18) através do Seu sangue. O Senhor disse: “Pois, para com as suas iniqüidades usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais Me lembrarei” (Hb 8.12; cf. Jr 31.34). A palavra jamais é uma dupla negativa no texto grego, o que significa que “não, nunca, sob nenhuma circunstância” Deus se lembrará dos pecados do Israel redimido.

Em quarto lugar, Cristo é o Mediador da Nova Aliança (Hb 9.15-20). O Mediador atua como um intermediário entre duas partes que desejam estabelecer um acordo entre si. Os mediadores põem seus próprios interesses de lado pelo bem das partes envolvidas no acordo. Um mediador precisa ser digno de confiança, aceitável pelas partes e capaz de assegurar o cumprimento do pacto. Através de Sua morte, Cristo tornou-se o Mediador da Nova Aliança, e possibilitou a reconciliação de todos aqueles que confiam em Sua obra redentora.

Através de Sua morte, Cristo tornou-se o Mediador da Nova Aliança, e possibilitou a reconciliação de todos aqueles que confiam em Sua obra redentora.

A mediação de Cristo também se estende aos santos que viveram debaixo da Antiga Aliança, bem como aos que virão a crer, no futuro. Cristo concede uma herança eterna a todos os crentes, através da Nova Aliança. Um beneficiário só pode entrar na posse legal da herança com a morte do testador. Para que a Nova Aliança tivesse efeito e, legalmente, pudesse conceder a Salvação aos pecadores, Cristo tinha que morrer (Hb 9.15-17).

Até mesmo a Aliança Mosaica teve de ser inaugurada com sangue para ter efeito legal. Moisés mediou o primeiro pacto tomando o Livro da Lei, lendo-o diante dos filhos de Israel – que concordaram em guardar os seus preceitos – e, depois, aspergindo o Livro e o povo com sangue (Hb 9.19-20). O fato do Antigo Testamento ter sido firmado com sangue mostrou que era necessária a morte de uma vítima inocente para consagrar e estabelecer uma Aliança. Aquele pacto era apenas um tipo e uma sombra que apontava para o dia em que Cristo consagraria e firmaria um Novo Testamento, através do derramamento de Seu próprio sangue. Somente Ele poderia mediar a Nova Aliança entre Deus e a humanidade (I Tm 2.5).

A Nova Aliança, ao contrário da Aliança Mosaica, é eterna. O Senhor disse: “Farei com eles aliança de paz; será aliança perpétua” (Ez 37.26). Depois de servir ao seu propósito, o pacto mosaico tornou-se sem efeito. As palavras “antiquado” e “envelhecido” (Hb 8.13) mostram que o pacto mosaico estava esgotado, perdendo as forças e prestes a ser dissolvido.

Embora a Nova Aliança tenha sido feita com Israel, e não com a Igreja, os cristãos têm garantido o extraordinário privilégio de experimentar certos benefícios do novo pacto que passaram a vigorar quando Cristo derramou Seu sangue na cruz. Hoje, a Igreja usufrui das bênçãos espirituais da Salvação, estabelecidas na Nova Aliança. As bênçãos físicas do Novo Testamento serão cumpridas com Israel, no Milênio. Os que seguem a Cristo são “ministros de uma nova aliança [testamento, pacto]” (II Co 3.6) e foram chamados para divulgar a mensagem da salvação. Louvado seja Deus por tão grande salvação!
(David M. Levy - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)

Shalom, amado leitor. Hoje mesmo você pode fazer parte daqueles que usufruem desta ALIANÇA, basta entregar sua vida nas mãos do ÚNICO que tem poder para salvá-lo, Jesus Cristo. Deus o ajude a tomar esta decisão. Amém !!!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

ALGUNS BENEFÍCIOS DA MORTE DE CRISTO !!!


Dentre os quase inumeráveis benefícios da Salvação há muitos que são óbvios aos crentes porque podem ser experimentados, como a oração, por exemplo. Há muitos outros, porém, que não podem ser experimentados por si mesmos (embora possamos experimentar seus efeitos) e que nem sempre são bem entendidos. Apesar disso, são uma base vital para uma vida cristã normal.

Justificação: A aceitação que a morte de Cristo nos oferece perante Deus é expressa em doutrinas como redenção (Rm 3:24) , reconciliação (II Co 5:19-21), perdão (Ef 1:7; Rm 3:25) , libertação (Cl 1:13) , aceitação no Amado (Ef 1:6) , segurança da glorificação futura (Rm 8:30) e justificação (Rm 3:24) .Justificar significa declarar justo. É um termo judicial que indica o anúncio de um veredito de absolvição, excluindo qualquer possibilidade de condenação.De fato, nas Escrituras o termo justificação é invariavelmente contrastado com condenação (Dt 25:1; Rm 5:16; Rm 8:33-34) .As exigências da Lei de Deus contra o pecador foram plenamente satisfeitas. A justificação não se deve a qualquer negligência, descuido ou alteração na justiça de Deus e Suas exigências, mas ao fato de todas as exigências divinas terem sido cumpridas em Cristo. A vida de perfeita obediência à Lei por parte de Cristo e Sua morte expiatória que pagou a penalidade do pecado são as bases para a nossa justificação (Rm 5:9) .A justificação jamais poderia basear-se em nossas boas obras, pois Deus requer perfeita obediência, o que é impossível para o homem. O meio para a obtenção da justificação é a (Rm 3:22,25,28,30) . A nunca é a base ou causa da justificação; é o meio ou canal pelo qual a graça de Deus pode imputar ao pecador que crê a própria justiça de Cristo. Quando cremos,em tudo que Cristo é, Deus credita em nosso favor; assim, somos absolvidos. Logo, Deus pode anunciar com justiça a nossa absolvição, e esse pronunciamento é chamado "Justificação" .

Adoção: Adoção é um benefício particularmente maravilhoso da morte de Cristo para o crente. A doutrina é explicitamente ensinada apenas por Paulo. Todas as vezes que você ler a palavra "filho" em relação ao crente (não em relação a Cristo) nos escritos de João, por exemplo, deve pensar em filho natural, pois João não fala da filiação legal ou judicial do crente. Somente Paulo nos revela que somos adotados como filhos. É verdade que somos filhos de Deus pelo novo nascimento, mas também é verdade que, ao mesmo tempo, somos adotados na família de Deus. No ato da adoção, uma criança de determinada família é tomada por um homem de outra família, colocada nessa nova família e considerada como filho legítimo com todos os privilégios e responsabilidades inerentes a esse novo relacionamento. O quadro retratado pela filiação ou geração espiritual é o do nascimento, crescimento, desenvolvimento e maturidade; a idéia de adoção é a do pleno privilégio na família de Deus. A adoção concede um novo status àquele que recebe a Cristo. Os resultados da adoção são a libertação da escravidão, de tutores da carne (Gl 4:1-5; Rm 8:14-17) e é o Espírito Santo que nos capacita a desfrutar dos privilégios de nossa posição.

Santificação: A palavra "santificar" significa separar. Para o crente, a santificação tem três aspectos. Em primeiro lugar, o crente foi separado por meio de sua posição na família de Deus. A esse aspecto normalmente se dá o nome de santificação posicional. Significa ser separado como um membro da família de Deus. Há, é claro,o aspecto experimental da santificação. Pelo fato de termos sido separados, devemos ser crescentemente separados em nossas vidas diárias (I Pe 1:16) . No sentido posicional, ninguém é mais santo que os demais, mas no aspecto vivencial é bastante correto falar que determinado crente é mais santo ou mais santificado que outro. Todas as exortações do N.T sobre o crescimento espiritual são pertinentes a esta faceta progressiva e experimental da santificação. Há ainda um sentido em que nenhum crente será totalmente santificado para Deus até que nossa posição e prática estejam em perfeita harmonia, e isso só ocorrerá quando virmos a Cristo em Sua Vinda e nos tornarmos semelhantes a Ele (I Jo 3:1-3) .Esta é nossa santificação futura ou definitiva, que aguarda nossa completa "Glorificação" em corpos ressurretos (Ef 5:26-27; Jd 24-25) .

Shalom querido visitante. Estes são apenas alguns benefícios da morte de Cristo para os crentes. Se você ainda não tem certeza de sua salvação, fale com o Senhor ainda hoje. Entregue sua vida nas mãos de Jesus. Em breve Ele virá nos buscar.......não deixe para depois sua decisão. Deus o abençoe e ajude a tomar a melhor decisão de sua vida !!!!

domingo, 29 de janeiro de 2012

AS PROFECIAS DE JEREMIAS !!!


Como outros profetas do A.T, Jeremias foi separado por Deus e chamado para proclamar Suas mensagens (Jr 1:4-19) .Grande parte de sua profecia consiste de discursos sermônicos feitos para informar, instruir, exortar, ou até confrontar o povo de Jerusalém e Judá (Jr 1:11-19) quanto à sua fidelidade em fazer cumprir os altos padrões de Deus, seu Redentor (Jr 2:1--3:5) .Muitas das porções proféticas de Jeremias se relacionam com a situação do fim do século VII a.C e o começo do século VI a.C. Deus ordena a Jeremias pronunciar o juízo iminente sobre Seu povo (Jr 3:6 --24:10) .Assuntos relacionados não apenas com Judá e Jerusalém, mas também com as nações vizinhas são tratados nas passagens de JR 25:16-29 e Jr 46:1--51:64 .Deus também manda mensagens por meio de Jeremias, fornecendo detalhes do futuro distante. Aqui os pronunciamentos proféticos tomam dimensões universais. Em Jr 25:30-38 contém uma cena dramática, rica em comparações, na qual Deus é retratado como um advogado de acusação. A mensagem de Jeremias é do juízo final de Deus sobre um mundo incrédulo e sua liderança. Ele fala do " Grande Dia da Ira do Senhor" contra o pecado, um tempo em que Deus virá com força devastadora para destruir a iniquidade do mundo todo. Uma das mais grandiosas seções do Livro, uma coleção de oráculos do reino (capítulos 30 ao 33) , lida com eventos do fim dos tempos; principalmente, oráculos de juízo e da esperança certa da Salvação de Deus. Nesse terrível "Dia do Senhor", o povo de Deus será libertado de "Grande Tribulação" , restaurado à sua terra e experimentará as abundantes bênçãos do Senhor (Jr 30:1--31:28). Deus também estabelecerá uma "Nova Aliança" com Seu povo (Jr 31:31-37; Jr 32:37-44; Jr 33:14-22) ,que dará cumprimento total a todas as promessas feitas nas antigas alianças "Abraâmica e Davídica" (Jr 33:14-22) Não só o povo de Deus encontrará perdão e purificação dos pecados (Jr 31:34; Jr 33:8) ,mas também todos os crentes de todos os lugares conhecerão a Deus (Jr 31:34). Além disso, como a lei moral de Deus estará escrita em seu coração (Jr 31:33) , os crentes experimentarão a vida abundante que vem com a completa fidelidade a Deus. Ainda com respeito a isso, Jeremias fala de um remanescente fiel que Deus levará de volta à Terra Prometida (Jr 23:3; Jr 31:7-11; Jr 33:7-8) .Nesse lugar, se regozijarão na bondade de Deus e gozarão da paz e da abundância de vida que só Ele pode dar (Jr 31:12-14; Jr 32:37-44; Jr 33:9-14) .No lugar dos falsos pastores dos dias de Jeremias, Deus levantará homens fiéis que servirão como subpastores para Seu rebanho (Jr 23:3-4; Jr 31:10) .Jeremias também fala de um "Redentor Vindouro" , um herdeiro da linhagem de Davi, por meio do qual essas promessas serão realizadas (Jr 30:21-22) .Diferente dos pastores infiéis dos dias de Jeremias, esse "Justo Renovo" reinará sabiamente, sempre fazendo o que é justo e correto (Jr 23:5; Jr 33:15) . Tão justo e correto será Este e o caráter do Seu Reino que Ele será chamado "O Senhor, Justiça Nossa" (Jr 23:6) .Tão íntimo será o relacionamento entre Este e o povo de Jerusalém que o povo refletirá Seu caráter, e a própria Jerusalém será conhecida pelo Seu nome (Jr 33:16) . Essas profecias têm seu cumprimento total na "Pessoa de Cristo, em Quem a Nova Aliança" é estabelecida (Mt 26:27-28) e por meio de Quem a esperança de uma humanidade crente será realizada (Ap 11:15) .As profecias de Jeremias desafiam todas as pessoas a viver responsavelmente no conhecimento certo de que Deus virá em juízo para lançar fora toda iniquidade e trazer justiça eterna.

Shalom, meus irmãos! Que o Senhor nos ajude a sermos fiéis a Ele,e assim, alcançarmos Vida e Paz com Ele !!! Deus os abençoe muitíssimo. Estude a Bíblia !!!

domingo, 1 de janeiro de 2012

PARA ONDE IR ? !!!



Para cada um de nós, o ano novo traz uma pergunta implícita: O que está por vir? O que terei de enfrentar? Como será minha vida neste novo ano? Através da história de Abraão, Deus nos dá mostras de que podemos confiar nEle.
Lemos no chamado capítulo dos heróis da fé: “Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia” (Hb 11.8). O homem de hoje está concentrado em ter garantias e em ter um plano bem organizado. Ele quer saber por qual caminho seguir e se pergunta no que pode confiar. Resumindo: ele quer considerar todas as eventualidades para poder calcular de forma exata e com antecedência quais atitudes deve tomar. Dificilmente alguém estará disposto a ir para algum lugar ou a assumir alguma tarefa sem conhecer os detalhes, sem determinadas premissas e garantias. A história da vida de Abraão também toca a nossa vida. No começo havia incerteza, mas no fim ele se transformou em exemplo e até no pai de todos aqueles que crêem (Rm 4.11). O motivo foi a sua confiança inabalável no Deus vivo e em Suas promessas. A maior segurança em meio a todas as inseguranças deste mundo é crer na Bíblia.
A maior segurança em meio a todas as inseguranças deste mundo é crer na Bíblia.
Abraão não podia fazer nada além de acreditar naquilo que Deus lhe dizia. Essa atitude de fé é o mais importante que uma pessoa pode ter. A vida de Abraão foi marcante porque ele obedeceu pela fé e atendeu ao chamado divino. Sua fé foi colocada em prática. Fé e ação andam juntas como o violino e o arco, ou como a chave e a fechadura de uma porta. Se falta uma parte, a outra é inútil, pois não há como tocar uma bela melodia, não há como abrir ou fechar a porta. Abraão tinha “somente” a palavra de Deus. O Senhor chamou-o a sair de seu país, a deixar seus relacionamentos e abandonar tudo o que tinha conseguido até então – sem saber para onde iria. Mas, olhando para o restante da história de sua vida, reconhecemos o maravilhoso objetivo que Deus alcançou com Abraão.
Entramos em um novo ano sem saber para onde ele nos levará. Talvez o Senhor Jesus tenha colocado em seu coração um certo fardo, um desejo de fazer alguma coisa em Seu Nome, e talvez você tenha de dar um passo ousado. Também pode ser que você tenha sido chamado por Deus para executar uma tarefa mas não sabe como continuar nem para onde isso o levará. Abraão simplesmente se pôs a caminho, impelido pelo poder da Palavra de Deus.
No começo deste novo ano é muito importante ter isto diante de nossos olhos: precisamos nos pôr a caminho, juntar forças a cada momento e orientar-nos para o alvo. E nosso alvo são as coisas de Deus. É perfeitamente possível que durante o trajeto sejamos assaltados pelo medo, pois a dor, a tristeza, as preocupações e outros sofrimentos podem surgir em nossa vida. Pode ser que às vezes fiquemos resignados no caminho. Mas isto não deve impedir-nos de continuar marchando em direção ao desconhecido, ao futuro – confiando nas firmes promessas de Deus. É exatamente nessa área da nossa vida que a nossa fé no Senhor precisa de um novo impulso.
Pode ser que às vezes fiquemos resignados no caminho. Mas isto não deve impedir-nos de continuar marchando em direção ao desconhecido, ao futuro – confiando nas firmes promessas de Deus.
Depois de listar os heróis da fé (Hb 11), a Bíblia nos diz como alcançar o alvo: “...olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma” (Hb 12.2-3).
Depois que Abraão chegou à Terra Prometida, ele teve de suportar muitos testes de sua fé. Enfrentou a tentação de confiar mais em sua própria carne do que no Senhor que havia lhe dado a promessa. Em algumas situações de crise, tomou as rédeas em suas próprias mãos e foi derrotado. Mas o Senhor, em quem Abraão tinha depositado sua confiança, não o deixou cair. No fim, triunfaram a fé de Abraão em Deus e a fidelidade de Deus para com Seu amigo. O autor da carta aos Hebreus descreve a fé de Abraão com as seguintes palavras: “Pela fé, peregrinou na terra da promessa como em terra alheia, habitando em tendas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa” (Hb 11.9).
Nós também podemos, neste ano recém-iniciado, manter a fé nas promessas de Deus, mesmo quando os outros não nos compreendem e mesmo quando nos vêem como “estrangeiros” em seu meio. A fé em Jesus Cristo, em quem todas as promessas têm o “Sim” de Deus e por quem é o “Amém” (II Co 1.20), nos ajudará a superar tudo o que é passageiro nesta terra até chegarmos ao grande alvo final. O caminho da nossa existência vai da tenda passageira da vida terrena para junto do Deus eterno.
O objetivo de vida de Abraão era o mais elevado que uma pessoa pode almejar. Ele não somente sonhava com uma cidade melhor, mas a aguardava com expectativa viva e cheia de esperança: “...porque aguardava a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador” (Hb 11.10). Abraão morreu e não conheceu esse lugar durante sua vida na terra, mas ainda assim ele esperava pela cidade eterna de Deus.
A fé em Jesus Cristo, em quem todas as promessas têm o “Sim” de Deus e por quem é o “Amém” (II Co 1.20), nos ajudará a superar tudo o que é passageiro nesta terra até chegarmos ao grande alvo final.
Não sabemos quando Jesus voltará; portanto, seria tolo tentar fazer algum cálculo. Mas uma coisa é certa: também neste ano podemos esperar pela volta de Jesus e pela Jerusalém eterna. Quer o Senhor volte neste ano ou não, quer vejamos o Arrebatamento ou tenhamos de morrer antes – o objetivo e a esperança é a vida eterna com o Senhor, que nos comprou por Seu precioso sangue e que voltará para a Sua Igreja. Um dia isto acontecerá: os mortos em Cristo e aqueles que ainda estiverem vivos serão arrebatados para a presença do Senhor (1 Ts 4.15-17) e terão sua morada na Jerusalém celestial (Ap 21.9-10).
Abraão acreditava nessa cidade. E quando foi convocado a sacrificar seu único filho, Isaque, a respeito de quem o Senhor tinha feito tantas promessas, ele “considerou que Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos” (Hb 11.19).
Sejamos cristãos que esperam pelo seu Senhor, neste novo ano mais do que nunca! Então valerá também para nós a maravilhosa promessa: “Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra” (Ap 3.10).
Neste sentido, desejamos a todos os nossos leitores um ano novo ricamente abençoado pelo Senhor. Maranata! (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)


"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na Casa de Meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, Eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando Eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para Mim mesmo, para que onde Eu estiver estejais vós também" (Jo 14:1-3).

Estamos indo para o lugar que Cristo nos tem preparado. Enquanto, isto vamos falar do AMOR de Deus em Cristo Jesus; só assim tantos outros poderão, um dia, morar com o Senhor !!!! Shalom !!!!

CUIDADO COM O OCULTISMO DISFARÇADO !!!



Por que o tema da Saúde Holística e da Nova Medicina é importante?

Dezenas de milhares de pessoas no mundo ocidental foram literalmente expostas aos métodos de medicina holística [Que reivindica tratar a pessoa "inteira" - corpo, mente e espírito] ou fazem uso deles. O reavivamento do ocultismo e a insatisfação com os tratamentos médicos tradicionais, algumas vezes justificada, abriu a porta para uma grande variedade de terapias alternativas na sociedade. De fato, a revista Time (4 de novembro de 1991) publicou que a medicina alternativa é "hoje uma indústria de 27 bilhões de dólares por ano [nos EUA]", notando que 30 por cento dos pesquisados haviam experimentado uma terapia não-convencional. Segundo o Medical World News (Notícias do Mundo Médico; 11 de maio de 1987), o custo total da suposta fraude dos tratamentos de saúde está chegando aos 30 bilhões de dólares anualmente. Os patrocinadores das técnicas holísticas de saúde e a Nova Medicina prosperam, oferecendo aos pacientes soluções simples para doenças complexas, assim como práticas e remédios declarados como não apresentando efeitos colaterais. Em nossos dias, milhares de médicos e enfermeiras estão fazendo uso desses métodos.
Não temos certamente nada contra qualquer método de tratamento médico cuja segurança e eficácia tenham sido confirmadas. Nossa preocupação diz respeito à promoção difundida de métodos que não foram provados ou que são discutíveis em outros campos (físico ou espiritual).
Embora não minimizemos os problemas do tratamento médico convencional, nossa pesquisa mostra que o movimento holístico de saúde como um todo se baseia em grande parte em métodos ineficazes e/ou potencialmente perigosos que não têm o interesse do paciente como alvo. De maneira geral, os métodos holísticos rejeitam o que se sabe a respeito de como o corpo humano funciona, e são quase sempre opostos a uma abordagem científica dos cuidados médicos.
Quando a Nova Medicina afirma "funcionar", nenhuma das razões caracteristicamente citadas pelos seus patrocinadores causa o seu funcionamento. As coisas podem funcionar e ser mesmo assim perigosas, como acontece com os carros-bombas. As coisas podem funcionar e continuar sendo erradas e perigosas, tais como as práticas que se apóiam nos métodos ocultistas. Finalmente, as coisas podem ser falsas e somente aparentar que funcionam. Inúmeros tratamentos holísticos parecem a princípio dar certo com base em seus princípios declarados, mas na realidade funcionam apenas por razões ligadas à psicologia humana (o efeito placebo) ou ao elemento tempo (capacidade natural de cura do corpo).
Muitos praticantes da saúde holística supuseram erradamente que os seus tratamentos são eficazes, com base em interpretações deturpadas da medicina empírica (experiência apenas) em lugar de testes científicos cuidadosos. Dada a natureza variável do processo da doença em si, qualquer tratamento de saúde holístico pode gabar-se de um número significativo de histórias de "sucesso", mesmo no caso de moléstias graves.
É vital, portanto, determinar (1) se um dado procedimento funciona ou não com base em seus princípios declarados, (2) a relativa credibilidade desses princípios, e (3) a verdadeira razão para a sua eficácia, quando o método é eficaz. Se algo funciona ou parece funcionar, é essencial saber a razão disso. Deixar de responder a essa pergunta pode custar muito caro.
Outra séria preocupação é que o ocultismo e a influência espírita são freqüentemente a fonte do poder por trás da origem e/ou dos tratamentos de inúmeras práticas holísticas específicas de saúde. Além da sua falta de credibilidade científica, essas práticas devem ser questionadas por causa do seu envolvimento com os métodos ocultistas sobre os quais a Bíblia adverte (Deuteronômio 18.10-12). Os poderes ocultos podem de fato curar fisicamente o indivíduo (pelo menos temporariamente), mas apenas a um custo espiritual e psíquico maior.
Em virtude de sua ligação com o ocultismo, os métodos holísticos de saúde freqüentemente dependem de uma forma de canalização de "energia". Muitos desses tratamentos afirmam "equilibrar" ou "restaurar", ou ainda, manipular de alguma forma energias pretensamente invisíveis que supostamente existem ou circulam no corpo humano. Essas energias são quase sempre associadas com as energias místicas das religiões misteriosas; isto é, a prana hindu, a chi taoísta, a mana xamanista, etc. Os proponentes afirmam que a verdadeira causa da doença é uma suposta desordem do "fluxo natural" desta energia e que, a não ser que o fluxo seja adequadamente restaurado, a saúde não pode ser mantida. Em outras palavras, na maior parte da Nova Medicina, a manipulação das energias ocultas e os cuidados com a saúde são inseparáveis. Infelizmente, esta manipulação da energia mística é muitas vezes uma porta aberta para o espiritismo sob outro nome. É difícil, caso não seja impossível, distinguir entre o uso da manipulação da "energia" e da transferência em muitos tratamentos holísticos de saúde, e o da manipulação da "energia" encontrado entre os ocultistas em suas várias práticas.
Os terapeutas de saúde holísticos interpretam incorretamente esta energia como sendo uma energia natural ou divina que promove a saúde física e espiritual; quando, de fato, trata-se de uma energia oculta, espírita, danosa à saúde física e espiritual. Admitimos que os "compensadores de energia" poderiam não estar fazendo absolutamente nada, mas não é possível descartar o envolvimento com poderes ocultos genuínos.
Em resumo, em vista de serem ineficazes, os tratamentos holísticos de saúde são potencialmente perigosos porque podem deixar de diagnosticar adequadamente sintomas físicos, deixando assim de descobrir uma condição subjacente grave que pode progredir até resultar em novos danos físicos ou morte. É sempre possível que um método não-convencional de tratamento possa mostrar-se útil ou sugerir caminhos plausíveis para novas pesquisas. Mas, antes de qualquer método ser aceito pelo público em geral, o bom senso ensina que suas reivindicações devem ser consubstanciadas.
Além disso, a Nova Medicina pode ter conseqüências físicas, psicológicas e/ou espirituais, pois até o ponto em que os seus métodos possam levar a pessoa ao envolvimento com o mundo invisível, ela produz os mesmos tipos de perigos físicos, psicológicos e espirituais associados com as práticas ocultas. Infelizmente, a resposta aos dois textos anteriores do co-autor John Weldon sobre este assunto revela que os métodos holísticos de saúde não só estão sendo cada vez mais empregados pelos cristãos, como também muitos não parecem se incomodar com os problemas espirituais envolvidos – desde que a prática "funcione". Grande número de pessoas tem esperanças irreais na medicina moderna – elas quase esperam milagres. No entanto, apesar dos seus grandes avanços, a medicina científica não é perfeita. Voltar-se, porém, para a medicina ocultista só irá complicar o problema em todos os níveis.
No livro "Os Fatos Sobre Saúde Holística e a Nova Medicina", descrevemos brevemente mais de 40 métodos holísticos e contemporâneos de saúde e/ou adjuntos do tratamento. Embora alguns deles possam ser física ou espiritualmente neutros, tanto a segurança como a eficácia devem ser estabelecidas antes de poderem ser recomendados.
Conclusão
A Nova Medicina afirma oferecer boa saúde – física, mental, e espiritual – às pessoas. Todavia, em virtude dos métodos oferecidos serem caracteristicamente negativos e/ou ocultistas, eles têm maior probabilidade de prejudicar do que de ajudar. As pessoas que fazem uso dessas práticas para a cura de enfermidades, muitas vezes ficam com a saúde prejudicada ou são convertidas ao ocultismo. A medicina da Nova Era está correta em reconhecer uma dimensão espiritual no que diz respeito à vida e à saúde. Todavia, a dimensão espiritual que ela oferece é perigosa e tem mais conseqüências em potencial do que a maioria das doenças.
Infelizmente, qualquer que seja o nosso estado de saúde, cada um irá finalmente morrer de alguma doença que se tornou incurável para nós. Todos iremos enfrentar a morte de maneira muito pessoal. Mas passamos tanto tempo buscando o significado da saúde nesta vida, que geralmente esquecemos as realidades da morte e da eternidade.
Os que estão buscando a verdade devem considerar os ensinamentos dAquele que afirmou: "Eu sou a verdade" e "Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá" (João 14.6; 11.25). (John Ankerberg e John Weldon - http://www.chamada.com.br) .


Shalom, meus irmãos. Neste Novo Ano busque conhecer mais ao Senhor e Sua Palavra, para se livrarem de toda sorte de engano; a Verdade está na Bíblia, não podemos nos iludir com falácias. Deus os abençoe muitíssimo. MARANATA !!!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

AFINAL,A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?



Jesus Cristo nasceu na Festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Etenim) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o calendário deles é lunar-solar, o nosso é solar] a segunda quinzena de setembro até a primeira quinzena de outubro do nosso calendário. A Festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus habitando com o Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lv 23:39-44; Ne 8:13-18 ).

Em João 1:14 ("E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a Sua Glória, como a Glória do Unigênito do Pai, cheio de Graça e de Verdade.") vemos que o Verbo (Cristo) Habitou entre nós. Esta palavra no grego é Skenoo = Tabernáculo. Devemos ler "E o Verbo se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e...". A Festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Is 7:14) que significa "Deus conosco". Em Cristo se cumpriu não apenas a Festa dos Tabernáculos, mas também a Festa da Páscoa, na Sua morte (Mat. 26:2; I Cor 5:7), e a Festa do Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Espírito Santo a todos os que haveriam de ser salvos na Dispensação da Igreja (Atos 2:1).

Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento de Jesus:
• Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 1/24 = 15 dias, duas vezes ao ano. Os números estão arredondados, pois 24 turnos x 15 dias = 360 dias = 1 ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos ministravam juntamente; I Cr 24:1-19.
• O oitavo turno pertencia a Abias (I Cr 24:10).
• O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abibe. Êx 12:1-2; 13:4; Dt 16:1; Êx 13:4.
• Usualmente havia 12 meses, alguns deles com 29 dias, outros com 30 dias, totalizando apenas 12 x 29,5 = 354 dias, ficando faltando, mais ou menos onze dias para o ano solar. A cada três anos a distorção entre este calendário e o solar era corrigida através da introdução do mês de Adar II.
Temos a seguinte correspondência:
Mês (número) Mês (nome, em Hebraico) Turnos Referências
1 Abibe ou Nissan
= março / abril 1 e 2 Êx 13:4 Ester 3:7
2 Zive = abril / maio 3 e 4 IRs 6:13
3 Sivan = maio / junho 5 e 6 Et 8:9
4 Tamuz = junho / julho 7 e 8 (Abias) Jr 39:2; Zc 8:19
5 Abe = julho / agosto 9 e 10 Nm 33:38
6 Elul: agosto / setembro 11 e 12 Ne 6:15
7 Etenim ou Tisri
= setembro / outubro 13 e 14 IRs 8:2
8 Bul ou Cheshvan
= outubro / novembro 15 e 16 IRs 6:38
9 Kisleu
= novembro / dezembro 17 e 18 Ed 10:9; Zc 7:
10 Tebete = dezembro / janeiro 19 e 20 Et 2:16
11 Sebate = janeiro / fevereiro 21 e 22 Zc 1:7
12 Adar = fevereiro / março 23 e 24 Et 3:7

Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no Templo durante o "Turno de Abias" (Tamuz, i.é, junho / julho) (Lc 1:5,8-9).
Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Lc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho / julho) ou início do mês Abe (julho / agosto).
Jesus foi concebido seis meses depois (Lc 1:24-38), no fim de Tebete (dezembro / janeiro) ou início de Sebate (janeiro / fevereiro).
Nove meses depois, no final de Etenim (que cai em setembro e/ou outubro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar, veio Tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").

Shalom, espero poder ajudar aos irmãos com estas informações.

sábado, 24 de dezembro de 2011

PRÉ-REQUISITOS PROFÉTICOS PARA O MESSIAS !!!




LINHAGEM:
1)Descendente de Abraão, Isaque e Jacó (Gn 12:3; Gn 26:3-4; Gn 28:13-15).
2)Da Tribo de Judá (Gn 49:10).
3)Descendente de Davi (II Sm 7:4-17; Is 11:1-2).
NASCIMENTO:
1)Nascido de uma virgem (Is 7:14).
2)Nascido como ser humano (Is 9:6; Is 49:1,5).
3)Nascido em Belém Efrata (Mq 5:2).
4)Nascido em um tempo predeterminado (Dn 9:24-26).
NATUREZA:
1)Ele é a Deidade (Is 7:14; Is 9:6; Mq 5:2; Jr 23:5-6).
2)Ele é Humano (Is 9:6; Is 49:1,5).
3)Ele é Justo e sem pecado (Is 53:10; Is 11:4-5; Jr 23:5-6).
NOMES:
1)Emanuel : Deus Conosco (Is 7:14).
2)Deus Forte, Pai da Eternidade (Is 9:6).
3)A vara, o Renovo (Is 11:1).
4)O Santo de Israel (Is 48:17).
MORTE:
1)Seria traído por um amigo (Sl 41:9).
2)Sua morte seria substitutiva , ou seja vicária (Is 53:4-6; Dn 9:26).
3)Seus ossos não seriam quebrados (Êx 12:46; Sl 34:20).
4)Seu corpo seria traspassado (Sl 22:16).
RESSURREIÇÃO:
1)Seria sepultado no sepulcro de um homem rico (Is 53:9).
2)Seu corpo jamais veria a corrupção (decomposição) física (Sl 16:10).
3)Seria liberto da sepultura (Sl 49:15).
4)Verá a Sua semente e prolongará os Seus dias (Is 53:10).
RETORNO:
1)Espetacular e visível em todo o mundo (Mt 24:29-30).
2)Estará em pé sobre o Monte das Oliveiras, que se fenderá pelo meio (Zc 14:4).
3)Terá as marcas da crucificação (Zc 12:10; Ap 1:7).
4)Protegerá Israel e derrotará o Anticristo (Ap 19:11-21).


Durante toda a história, muitos têm afirmado ser o Messias prometido. Este quadro foi projetado para mostrar os requisitos bíblicos necessários para alguém ser Aquele que Deus prometeu. Cada uma dessas porções da Escritura requer 100% de exatidão quanto ao seu cumprimento. Em toda a história humana, apenas uma Pessoa cumpriu esses pré-requisitos. Seu Nome é Jesus !!!



Conferir na Revista Notícias de Israel Dez /2011

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O NASCIMENTO DO MESSIAS !!!

Há dois mil anos, ocorreu um Nascimento extraordinário, singular e miraculoso. Os efeitos desse evento não apenas dividiram nosso tempo em duas partes – a.C. e d.C. –, como também estabeleceram para sempre um testemunho vivo do amor e da fidelidade de Deus. Naquela noite nasceu o Messias. O nascimento de Jesus de Nazaré não foi prematuro, nem tardio. Ele nasceu no tempo exato, de acordo com a agenda profética de Deus. Não se tratou de um acidente, ou de um golpe do destino. Tudo foi planejado, predito e prometido com centenas de anos de antecedência. O nascimento do Messias foi verdadeiramente uma vinda abençoada.
Uma pessoa abençoada
A identidade e a linhagem do Messias não foram deixadas ao acaso, pois Deus não queria nenhuma confusão sobre o assunto. Desde o começo, Ele foi revelando progressivamente quem viria a ser o Seu Ungido.
Depois que Adão e Eva pecaram, Deus amaldiçoou a serpente. Dentro dessa maldição estava a promessa de Alguém que viria e esmagaria a cabeça da serpente.
Depois que Adão e Eva pecaram, Deus amaldiçoou a serpente. Dentro dessa maldição estava a promessa de Alguém que viria e esmagaria a cabeça da serpente. Esse Prometido viria da descendência da mulher e seria um homem (Gn 3.15). Isso foi reiterado mais tarde, na promessa dada por intermédio do profeta Isaías: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu” (Is 9.6). Em outras palavras, o Messias não seria um anjo, um animal, ou alguma criatura incomum. Tampouco o Messias seria uma mulher. Deus prometeu levantar um ser humano, um homem, que um dia feriria mortalmente “a antiga serpente, que se chama Diabo e Satanás” (Ap 12.9).
As circunstâncias miraculosas cercando Seu nascimento dariam indicações de Sua natureza divina. Mais uma vez, por meio de Isaías, Deus fez uma promessa. À casa de Davi não seria dado um sinal de sua própria escolha, mas um sinal determinado por Deus: “eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel [literalmente: Deus conosco]” (Is 7.14).
Embora muitos debates tenham focalizado a questão se o termo hebraico “almah” deveria ser traduzido como “virgem” ou “mulher jovem”, os tradutores judaicos da Septuaginta (a tradução grega do Antigo Testamento) escolheram o termo grego “parthenos”, para indicar claramente o que entendiam que a palavra hebraica deveria significar, ou seja, “virgem”. Além disso, “parthenos” foi a palavra empregada por Mateus em seu evangelho, quando citou essa passagem de Isaías (Mt 1.23). Conseqüentemente, o sinal miraculoso que Deus iria conceder seria o fato de uma virgem conceber e dar à luz um filho.
Além disso, conforme indicado por Seu nome, esse Filho seria de natureza divina. Na tradição judaica, ensinava-se que nos tempos primitivos da história humana, pela ministração do Espírito Santo, as pessoas poderiam dirigir o futuro de seus filhos por intermédio dos nomes que lhes dessem (Gênesis 37.7). Também era prática comum dar um nome à criança de acordo com um pensamento ou conceito indicativo da sua natureza. Por isso, quão significativo é que Deus, quando concedeu o sinal especial do Filho nascendo de uma virgem, deu-Lhe, Ele mesmo, um nome que revelava não apenas o que esse Filho faria, mas também o que Ele seria (“Emanuel”). Este menino especial seria Deus e Ele estaria conosco.
Estreitando ainda mais a árvore genealógica do Messias, Deus planejou que Ele viesse de uma nação específica – Israel (Gn 22.18; compare Gl 3.16); de uma tribo específica de Israel – Judá (Gn 49.10); e de uma família específica de Judá – a família do rei Davi (Jr 23.5). Portanto, esses eram os requisitos genealógicos e de nascimento para qualquer um que pretendesse reivindicar ser o Messias.
Uma época abençoada
Artaxerxes baixou um decreto que ordenava a reconstrução das portas e dos muros de Jerusalém. De acordo com Daniel 9.25, desta data em diante, um período de 69 semanas se encerraria na época em que “o Ungido, o Príncipe” estaria presente.
Os rabinos antigos pronunciavam uma maldição sobre qualquer pessoa que tentasse calcular a época da chegada do Messias . Eles temiam que o povo perderia a fé se Ele não aparecesse na data calculada. Apesar disso, a época da primeira vinda do Messias é descrita em Daniel 9.24-27: “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniqüidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos. Depois das sessenta e duas semanas será morto (a Ed. Rev. e Corrigida diz: “tirado”) o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas.”
Nessa passagem, o anjo Gabriel informa ao profeta Daniel que “setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade”. Essas setenta semanas são semanas de sete anos cada, e não de sete dias – um total de 490 anos. O ponto de referência para iniciar a contagem é este: “desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém”. O único decreto registrado nas Escrituras que encaixa historicamente com essa profecia é aquele baixado pelo rei Artaxerxes, em Neemias 2. Esse decreto, que ordenava a reconstrução das portas e dos muros de Jerusalém, foi editado no vigésimo ano do rei Artaxerxes – 445 a.C.
De acordo com o anjo Gabriel, em Daniel 9.25, desta data em diante, um período de 69 semanas, ou 483 anos, se encerraria na época em que “o Ungido, o Príncipe” estaria presente. Por meio de cuidadosos cálculos (empregando anos proféticos de 360 dias), eruditos bíblicos chegaram à conclusão de que as 69 semanas terminaram em torno do ano 32 d.C.
Embora tenha havido debates a respeito da data precisa, não pode ser questionado que, de acordo com essa passagem, o Messias tinha que chegar e “já não estar” (v. 26) antes da destruição da cidade e do santuário (templo). Como Daniel recebeu essa profecia algum tempo após a primeira destruição de Jerusalém e do templo, em 586 a.C., essa segunda destruição tem de referir-se àquela efetuada pelo exército romano, em 70 d.C. Portanto, o Messias deveria chegar 483 anos depois de 445 a.C. e antes de 70 d.C.
Um lugar abençoado
Miquéias 5.2
é uma promessa acerca da qual há a maior unanimidade entre eruditos cristãos e antigos estudiosos judeus – concorda-se que se trata de uma profecia messiânica: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”.
O lugar abençoado do qual se originaria ou nasceria o Messias era Belém-Efrata.
De acordo com essa promessa, a pequena vila de Belém-Efrata seria o local de onde viria o Messias. Numerosas fontes judaicas antigas concordam com essa interpretação (Targum Jonathan sobre Miquéias 5.1; Lamentações Rabbah 1.16, parágrafo 51). Inclusive nos dias de Herodes, o Grande, sábios judeus compreendiam Miquéias 5.2 como sendo uma referência ao lugar de nascimento do Messias (Mt 2.4-6).
É significativo que o profeta Miquéias tenha identificado claramente qual Belém se tinha em vista, pois havia duas localidades chamadas Belém. Uma se encontrava no território dado à tribo de Zebulom, no norte (Js 19.15), enquanto a outra se localizava no território dado à tribo de Judá. Efrata era o nome original dessa segunda Belém. Ela distava aproximadamente oito quilômetros de Jerusalém para o sul e foi o lugar onde Davi nasceu e foi coroado rei.
Correspondendo à localização messiânica de Belém, existe um lugar chamado “torre do rebanho”. Nos dias bíblicos, os pastores muitas vezes vigiavam seus rebanhos de uma torre especialmente construída para isso. De lá, podiam observar a aproximação de bandidos ou animais selvagens. Miquéias 4.8 faz referência a essa torre: “A ti, ó torre do rebanho, monte da filha de Sião, a ti virá; sim, virá o primeiro domínio, o reino da filha de Jerusalém”. Uma antiga interpretação judaica considerava esse versículo como sendo messiânico e traduzia a expressão “torre do rebanho” por “Messias de Israel” (Targum Jonathan).
A única outra referência à “torre do rebanho” encontra-se em Gênesis 35.21: “Então, partiu Israel e armou a sua tenda além da torre de Éder [literalmente, “rebanho”]”. Isso ocorreu logo após a morte de Raquel, no caminho para Efrata, ou Belém (Gn 35.19). Assim, essa “torre do rebanho” encontrava-se próxima de Belém. Como resultado da localização da torre e da interpretação de Miquéias 4.8, outro Targum judaico traduz Gênesis 35.21 da seguinte forma: “Jacó partiu e armou suas tendas além da torre do rebanho, o lugar de onde o Rei Messias se revelará no fim dos dias” (Targum Pseudo-Jonathan).
Portanto, o lugar abençoado do qual se originaria ou nasceria o Messias era Belém-Efrata.
Um nascimento abençoado
Na época em que o Messias chegou, a Palavra de Deus havia detalhado suficientemente como Ele poderia ser reconhecido simplesmente em termos de Seu nascimento, para não mencionar as profecias concernentes a toda a Sua vida. Tal detalhamento aponta para Jesus de Nazaré.
Em primeiro lugar, Jesus possuía a linhagem física correta. Ele nasceu de uma mulher, Maria, cumprindo assim os requisitos de um ser humano, um homem, nascido de uma virgem (Lc 1.34-35). Com respeito à Sua divindade, muitas passagens das Escrituras confirmam Suas obras miraculosas e Sua confissão pessoal (por exemplo, Jo 10.30-33). Ele também foi judeu – Mateus e Lucas 3.23-38 confirmam que Jesus de Nazaré foi “filho de Davi, filho de Abraão” (Mt 1.1).
Em segundo lugar, Jesus nasceu no tempo certo. Obviamente, Ele viveu após 445 a.C. e antes de 70 d.C. Durante Seu ministério, Ele pregou que “o tempo está cumprido” (Mc 1.15). Como mencionamos acima, os eruditos bíblicos calcularam que ao redor do ano 32 d.C. cumpriram-se os 483 anos da profecia de Daniel. Mais especificamente, acredita-se que eles se encerraram exatamente nos dias em que Jesus foi aclamado como Messias e entrou em Jerusalém montado num jumentinho. Nessa ocasião, Jesus parou repentinamente e chorou sobre Jerusalém. Ele exclamou: “Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos... porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação” (Lc 19.42,44). A época da chegada do Messias havia sido proclamada pelo profeta Daniel. Mas os líderes judeus de então, representando a nação como um todo, não o reconheceram. Igualmente, em cumprimento da profecia de Daniel, Jesus foi “tirado” (Dn 9.26, Ed. Rev. e Corrigida), uma referência à Sua morte prematura por meio da crucificação. Até mesmo isso não ocorreu por acaso. A morte de Jesus tinha um propósito. Ele “a si mesmo se deu em resgate por todos: testemunho que se deve prestar em tempos oportunos” (1 Tm 2.6).
Em terceiro lugar, Jesus de Nazaré nasceu no lugar certo – Belém. Ele não nasceu na Belém vizinha de Nazaré, apesar de José e Maria viverem em Nazaré. Em vez disso, Ele nasceu na outra Belém, a Belém-Efrata. Deus, em Sua providência, fez com que o imperador romano Augusto decretasse que em todo o império deveria ser realizado um recenseamento. Isso exigia que todos os cidadãos retornassem às cidades de seus ancestrais. Por isso, José foi obrigado a fazer uma viagem longa e difícil a Belém, juntamente com Maria, sua esposa, que se encontrava grávida. Enquanto ainda estavam lá, Jesus, o Messias, nasceu, exatamente como Deus havia planejado e prometido (Lc 2.4,7).
Um outro aspecto interessante do nascimento de Jesus é que “havia, naquela mesma região, pastores que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite” (Lc 2.8). Foi a esses pastores que a multidão de anjos proclamou o nascimento do Messias nas proximidades de Belém. Será que esses pastores se encontravam próximos da “torre do rebanho”, o lugar a partir do qual o Messias seria revelado?
A evidência confirma que Jesus de Nazaré foi a pessoa abençoada, nascida no tempo abençoado, no lugar abençoado. Como a identificação de um bebê, feita na maternidade, as marcas históricas identificadoras que envolvem Seu nascimento provam que, de fato, Sua vinda foi uma vinda abençoada.

www.chamada.com.br)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

BÍBLIA OU PSICOLOGIA ?




Pense biblicamente, não psicologicamente !!!
Os cristãos precisam pensar biblicamente quando lêem livros sobre como viver e lidar com problemas existenciais. Precisam guardar sua mente quando observam ou ouvem crentes ou não-crentes conversando sobre como tratar com as questões da vida e sobre o que é ser cristão. Precisam estar alertas para expressões como: necessidades sentidas, rejeição, vidas quebradas, repressão, negação, mecanismos de defesa, complexo de inferioridade, sublimação, projeção, transferência, desajustamento, baixa auto-estima, o inconsciente, reservatórios escondidos, memórias escondidas, feridas emocionais, cura emocional, co-dependência, vício, compulsão, trauma, estresse, crise de identidade. Cada comportamento imaginável tem a possibilidade de uma descrição psicológica mal feita.
A Bíblia não sugere que as pessoas devem ser curadas emocionalmente antes que possam crer em Deus ou antes que possam crescer espiritualmente.
A utilização das terapias psicológicas ou da cura interior cega os cristãos para a glória da cruz e para o grande amor que foi derramado por eles. Aqueles que estão dispostos a encarar sua própria depravação e os pecados que continuam a cometer após terem recebido a nova vida e que percebem exatamente o que Cristo suportou no lugar deles têm uma realização muito maior no amor de Deus. Disse Jesus: “Mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama” (Lc 7.47). Assim, ao verem a magnitude do que Cristo fez ao perdoá-los, os crentes ficam conhecendo o amor dEle, e ao conhecerem e receberem o Seu amor, são capacitados a amá-lO também e o amor dEle flui do interior deles para os outros. A cruz é a resposta para todas as dores do passado, e Jesus é a resposta para todos os problemas existenciais do presente. Esta é a vitória ganha por Cristo e entretecida na vida dos crentes à medida que eles se reconhecem mortos para a vida velha e vivos para Ele. Não surpreende que o inimigo de nossa alma tenha inventado uma armadilha tão sedutora como fazer-nos ver a nós mesmos como vítimas!
Os cristãos não têm suas vidas transformadas por observarem os pecados dos outros ou por revisitarem o passado, mas por confessarem seu próprio pecado e por crerem que Jesus os libertou. Os cristãos precisam abandonar na cruz tanto seus pecados quanto os pecados cometidos contra eles, e não ficar tentando se lembrar, reconstruir, consertar, ou transformar a chamada criança interior, que é, na verdade, a velha natureza ou a carne. Eles devem viver a nova vida que Jesus lhes deu por direito, a nova vida que se estende até a eternidade. Colossenses 2.6-10 nos diz:
“Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele, nele radicados, e edificados, e confirmados na fé, tal como fostes instruídos, crescendo em ações de graças. Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo; porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade. Também, nele, estais aperfeiçoados. Ele é o cabeça de todo principado e potestade”.
A Palavra de Deus chama continuamente os crentes de volta à sua fonte de nova vida, de volta à fé em Cristo e a tudo o que Ele realizou para vivermos uma nova vida. Os crentes não são chamados para serem vítimas de suas circunstâncias presentes ou de seu passado ou de um poderoso inconsciente motivador supostamente formado durante o início de sua vida. Eles devem andar em fé, crescer em fé e “ser abundantes em ações de graça”. Isso não se parece com a lamúria de vítimas.
Além disso, Paulo admoesta os crentes a não deixarem que lhes roubem o que eles têm em Cristo através de “filosofia e vãs sutilezas” que os transformam em vítimas. As teorias de aconselhamento psicológico não são uma ciência. Elas caem melhor na categoria que Paulo chama de “filosofia e vãs sutilezas”. De fato, elas se assemelham mais a religião do que a ciência. O Dr. Thomas Szasz trata dessa questão claramente em seu livro The Myth of Psychoterapy (O Mito da Psicoterapia): “Aqui está uma das mais supremas ironias da psicoterapia moderna: ela não é meramente uma religião que pretende ser uma ciência, é, na verdade, uma falsificação de religião que busca destruir a religião verdadeira”. As teorias de aconselhamento psicológico são coleções de opiniões humanas organizadas em moldes teóricos. Elas são invenções humanas baseadas em percepções e experiências pessoais dos próprios teóricos. Elas são “falatórios inúteis e profanos e as contradições do saber, como falsamente lhe chamam, pois alguns, professando-o, se desviaram da fé” (1 Tm 6.20-21).
Mesmo quando Paulo foi espancado e deixado para morrer, ele não se viu como vítima, mas como recipiente da verdadeira vida de Cristo pela graça através da fé. Por isso, ele afirmou: “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl 2.19b-20). Em vez de serem vítimas eternas buscando ser curados de feridas emocionais, os cristãos são novas criaturas em Cristo (2 Co 5.17), totalmente equipados para enfrentarem desafios, dificuldades, decepções, perigos e toda sorte de calamidades. Cristo já obteve a vitória e “Também, nele, estais aperfeiçoados. Ele é o cabeça de todo principado e potestade” (Cl 2.10).
A vitimização desvia a atenção da responsabilidade sobre aquilo que cada um pensa, diz e faz. Ela desvia a atenção do pecado de cada um e a coloca nos pecados que outros cometeram contra eles. A vitimização desvia os crentes da cruz de Cristo. Ela rouba dos crentes a gratidão pelo dom inexprimível de Deus e por isso rouba deles também a possibilidade de uma caminhada íntima com o Senhor. Fazer com que os cristãos sejam vítimas enfraquece-lhes a fé e impede seu crescimento espiritual. Cada escolha para andar de acordo com o Espírito, pela graça através da fé, traz maturidade espiritual. Todo crente tem que escolher se quer ser uma vítima definida e criada psicologicamente ou um pecador biblicamente definido, salvo pela graça e crescendo na semelhança de Cristo. (Martin e Deidre Bobgan - PsychoHeresy Awareness Letter - http://www.chamada.com.br/)


Shalom, meus irmãos. A Palavra do Senhor nos convida a "Lançar sobre Ele toda a nossa ansiedade, pois Ele cuida de nós" (I Pe 5:7), confiemos em Cristo, Ele é nosso melhor amigo, os Seus conselhos para todas as nossas questões são VIDA. Estude a Bíblia !!! Deus o abençoe. Paz !!!


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O PROFETA ISAÍAS !!!



Isaías significa literalmente "Salvação do Senhor" , o tema fundamental de todo o Livro. Na verdade, o plano de Salvação é revelado tão abrangentemente na obra de Isaías que Agostinho o chamava de "O Quinto Evangelho" , e outros se referiram a ele como "A Bíblia em Miniatura" .

Acredita-se que Isaías era filho de um príncipe de Judá. Ele certamente se sentia à vontade na presença dos reis (Is 7:3-12; 37:21) , e a riqueza de seu vocabulário sugere que ele era um homem culto e erudito. Isaías recebeu um chamado dramático para o ministério profético em determinada altura do ano da morte do rei Uzias (748 a. C.) e ministrou por mais de quarenta anos daí em diante, durante os reinados de quatro reis em Judá: Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias. Registros tradicionais dizem que Isaías foi martirizado pelo perverso rei Manassés, sendo serrado ao meio (Hb 11:37) depois de 697 a.C.

Apesar de alguns estudiosos especularem que os capítulos 40 ao 66 tenham sido escritos por outros autores após o cativeiro babilônico (606 - 536 a.C.), o famoso rolo de Isaías de Qumran (datado de 150 a.C) não faz distinção em qualquer parte do texto. Entre os autores e estudiosos judeus da Antiguidade, nenhuma outra pessoa é reconhecida como sendo o autor. O Livro inteiro é uma narrativa unificada com um vocabulário distinto e amplo, embora a última seção aborde assuntos diferentes. No Novo Testamento, citações tomadas dos últimos 27 capítulos do Livro são atribuídas a Isaías. Algumas profecias envolvem tipos, mas a amioria é de profecias já cumpridas ou relacionadas ao futuro. Isaías apresenta mais predições Messiânicas que qualquer outro Livro do Antigo Testamento. As descrições do reino futuro de Israel e do "Reino Milenar e Mundial de Cristo " são notáveis. A 1ª e a 2ª Vindas do Messias são claramente apresentadas, revelando os "os sofrimentos" de Cristo e a "Glória que se lhes havia de seguir" (I Pe 1:10-11) .


Nada menos que 754 dos 1.292 versículos de Isaías, ou 59% do Livro, são proféticos, com 111 predições distintas.


Shalom meus irmãos. É bom estudarmos as profecias já cumpridas, pois elas nos ajudam a aguardar cumprimentos de tantas outras. Que Deus nos ajude em nossa trajetória e continue nos abençoando. Amém !!!!


Se você ainda não conhece a Cristo como Senhor e Salvador, entre em contato comigo por e-mail. Quero lhe ajudar.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

UM LÍDER CHAMADO BARNABÉ (FILHO DA CONSOLAÇÃO) !




Estamos precisando hoje de Líderes tal como Barnabé. Vamos ver algumas características desse homem valoroso:


1)Solidário (At 4:36-37)


2)Compreensivo (At 9:26-27)


3)Possuía o dom da exortação (At 11:23)


4)Cheio do Espírito Santo (At 11:24)


5)Influência inspiradora (At 11:25-26)


6)Confiável (At 11:29-30)


7)Adaptado ao trabalho missionário (At 13:2)


8)Sustentava-se a si próprio (I Co 9:6)



Este servo de Jesus foi um dos primeiros a vender suas posses para ajudar os cristãos em Jerusalém. Foi o primeiro a viajar com Paulo, formando um grupo missionário. Era um encorajador, como mostra seu apelido. Deste modo, tornou-se uma das pessoas mais influentes no início do cristianismo.



Shalom, meus irmãos. Como é bom conhecer pessoas comprometidas com Jesus,a tal ponto, que não temem preparar líderes. Este foi o caso do Irmão Barnabé. Paulo tornou-se um Grande Líder da Igreja de Cristo. João Marcos cresceu com o apoio de Barnabé e chegou ao ponto de escrever, com a Inspiração do Espírito Santo, o Evangelho de Marcos. Ainda há tempo para muitos líderes descerem de seus "altares" e preparem "Novos Líderes", que os venham substituir. Ninguém é insubstituível, só Deus !!!!





segunda-feira, 24 de outubro de 2011

JESUS DEIXOU UM EXEMPLO DE HUMILDADE !!!



Humildade É O Nosso Dever

Romanos 12:16
"Sede unânimes entre vós;" - não é o ecumenismo que está sendo ensinado neste versículo. O que está sendo ensinado é aquela atitude demonstrada por Jesus e os demais santos bíblicos. Jesus mesmo disse: "Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas" (Mateus 7:12). A mesma verdade aprendemos com Tiago quando disse: "Todavia, se cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo como a ti mesmo, bem fazeis" (Tiago 2:8). Perante os olhos de Deus todos somos igualmente pecadores, e todos precisam se arrepender de seus pecados crendo pela fé em Cristo.
Em vista disso a Bíblia diz: "...não ambicioneis coisas altas..." Romanos 12:7. Ainda em Gálatas 6:2 Paulo diz: "Levai as cargas uns dos outros ..." Em Tiago 1:27 podemos ler: "Visitar os órfãos e as viúvas na suas tribulações ...". Aprendemos então que não devemos ter pretensões superiores sobre os nossos semelhantes.
Podemos notar registrado em Mateus as preciosas lições de humildade ensinadas por Jesus aos seus discípulos: "Então Jesus, chamando-os para junto de si, disse: Bem sabeis que pelos príncipes dos gentios são estes dominados, e que os grandes exercem autoridade sobre eles. Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo; Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos" (Mateus 20:25-28).
"...mas acomodai-vos às humildes..." (Romanos 12:16). Também devemos gostar da companhia dos pobres e dos que são despojados de quaisquer qualificações, Tiago 2:1-5. Em Provérbios. 3:7 podemos observar o sábio conselho de Salomão: "Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal".

Shalom, meus irmãos. Que o Senhor nos ajude nesta nossa trajetória terrena. Que vivamos o exemplo do Mestre Jesus Cristo. Amém !!!!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

QUEM HOJE VIVE I Co 13 ?





1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3 E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,
5 não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
7 tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
9 porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;
10 mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.




"SHALOM, MEUS IRMÃOS. AINDA HÁ TEMPO DE VIVER ESTE AMOR; QUANTOS NEM CONHECEM ESTE AMOR !!! NÃO AMEMOS SÓ DE PALAVRAS. "

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A VISÃO DE JOÃO EM PATMOS (Ap 1:12-20)




VISÃO DE JOÃO – “As coisas que tens visto” ==> 1:12-20
VISÃO SIGNIFICADO
- Sete Candeeiros de Ouro - As Sete Igrejas ==> v. 20
- Filho do Homem - Jesus
- Veste talares - Roupas de Juiz
- Cinto de Ouro - Adereço da roupa de um juiz
- Cabeça e Cabelos Brancos - Maturidade e Sabedoria
- Olhos como chama de fogo - Poder de esquadrinhar
- Pés semelhantes ao bronze - Julgamento
- Voz como de muitas águas - Palavra de julgamento
- Boca tinha uma espada afiada - Palavra afiada, justa, rápida em julgar
- Rosto brilhava como o sol - Justiça
- Tinha na mão Sete estrelas - homens mensageiros (que pregam a Palavra de Deus) das Sete Igrejas ==> v. 20
- Chaves - Poder




Shalom ! Sugiro que todos comecem a estudar o Livro maravilhoso de Apocalípse. Nele temos profecias, ainda por se cumprirem, estejam atentos. Deus os abençoe muitíssimo !!!


terça-feira, 13 de setembro de 2011

O QUE ACONTECE DEPOIS DA MORTE ?



"Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem" (I Co 15:20) .
"Aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo" (Hb 9:27) .
“Quando alguém morre, de fato está bem morto. Além disso, ninguém voltou para dizer como são as coisas do outro lado.” Será? Isso não é verdade! Certo dia um homem morreu cravado em uma cruz. O que supervisionava a terrível execução constatou Sua morte. Um dos carrascos furou Seu lado com a lança: o crucificado estava bem morto. O governador romano deu permissão para sepultar o corpo. Ele foi posto em um sepulcro novo cuja entrada foi bloqueada com uma grande pedra que os líderes do povo mandaram selar. Soldados romanos guardavam a tumba. Esse homem era Jesus. Três dias depois, no domingo de manhã, houve um grande terremoto. Um anjo apareceu e removeu a pedra. O sepulcro estava vazio: onde estava o corpo de Jesus? Alguém roubou? Não! Jesus voltou à vida, pois Deus O ressuscitou. A morte não podia retê-Lo (Atos 2:25-32). Ele está vivo! Seus discípulos custaram a crer, mesmo tendo visto os lençóis que O envolviam. Mas não duvidaram quando o próprio o Senhor Jesus apareceu para eles. Mais de quinhentas pessoas O viram durante os quarenta dias que permaneceu aqui, antes de ser levado ao céu. Todos foram testemunhas de que Jesus venceu a morte.
A Bíblia afirma que um dia todos os mortos ressuscitarão, seja para viverem com Deus ou para ficarem longe dEle por toda a eternidade. Portanto, a questão do que acontece depois da morte é claramente respondida pela Palavra de Deus. Não importa se você decidiu acreditar em outras coisas, ou se isso lhe parece simplista ou absurdo. Por melhores que sejam, as crenças que fogem à Palavra não podem modificar as ordens estabelecidas por Deus. A morte, a duração do dia, as estações, os estágios da vida humana, e tantas outras coisas acontecem mediante determinações divinas. Assim, também Deus já determinou o que vem depois da morte. Basta a nós crermos nisso!

sábado, 20 de agosto de 2011

CONFIANÇA EM DEUS SOMENTE !!! (SL 121)




O Salmo 121 faz parte de um pequeno hinário cantado pelo povo de Israel quando da sua ida às festas em Jerusalém. Integra os chamados “cantos de romagem”.
Mas o Salmo 121 é antes de tudo uma belíssima declaração de confiança em Deus. Ele começa com um pergunta:
Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro?
Os montes eram os lugares dos cultos idólatras em Israel. Era nos chamados ‘lugares altos” que os desobedientes israelitas adoravam os baalins, uma falsa divindade masculina tida como suprema pelos cananeus ou fenícios.
O salmista diz olhar para estes lugares e neles não encontrar socorro. Ao dizer “o meu socorro vem do Senhor” era como se ele dissesse: não é dos montes que eu espero auxílio. No verso 2 ele diz: “O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra.”
Nos momentos de angústia somos tentados a não olhar para o Senhor, a desviarmos os nossos olhos do trono da Sua graça e os colocarmos em outras coisas. Acontece que estas outras coisas acabam se tornando ídolos para nós se assim procedermos.
Sejam os nossos bens, os nossos amigos ou mesmo falsas divindades, não são nestas coisas que devem residir a nossa confiança, mas no “Senhor que fez os céus e a terra”. Ele que fêz todas as coisas e tem todo o poder em Suas mãos é quem pode vir com socorro.
Independentemente de onde pareçam vir o socorro para outras pessoas, o socorro do que crê vêm do Senhor. Muitos apelam a intercessores, alguns a imagens, outros a “trabalhos”, mas o cristão tem a sólida confiança de que na hora da dor, da angústia ou da necessidade, o seu socorro vem do Senhor.
Verso 3: “Ele não permitirá que os teus pés vacilem; não dormitará Aquele que te guarda.”
Esta promessa está firmada na confiança na soberania de Deus. Deus é o Senhor de todas as coisas, Ele está o tempo todo no controle, ele não permite que aquele que tem esta firme convicção tenha pés vacilantes.
Este verso nos assegura aquilo que nós já sabemos: Deus não dorme, o Senhor não cochila. Só que apesar de sabermos disso, nós muitas vezes agimos como se Deus não estivesse nos vendo ou nos ouvindo, entramos em desespero, buscamos solucionar os nossos problemas através da força do nosso braço e não expressamos a confiança devida naquele que é soberano e pode todas as coisas.
O verso 4 reafirma: “É certo que não dormita, nem dorme o guarda de Israel.” Mas devemos ressaltar, o Senhor é o guarda de Israel e nós que somos a Sua Igreja somos guardados por Ele !!!




Quando confiamos nossa vida ao Senhor, não tememos : altura, profundidade, ameaça, morte e nem perseguição. Confie sua vida nas mãos DELE; Jesus garante levar-nos para o Céu (Jo 14:1-3) .Deus lhe abençoe . Shalom !!!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

"O ÊXODO "



O Livro de Êxodo recebe o seu nome da palavra grega que significa "saída" ou "partida" ; no caso, a saída do povo escolhido de Deus da escravidão no Egito. Setenta pessoas foram recebidas de braços abertos no Egito ao tempo de José e se haviam multiplicado em mais de 1 milhão. Escravizados por faraós que não conheceram a José (Êx 1:8) ,os outrora privilegiados hebreus viam-se agora sob a severa opressão dos trabalhos forçados no Egito.

Êxodo é a história dramática da redenção de Israel da escravidão pelo poder sobrenatural de Deus e pelo Sangue do Cordeiro da Páscoa. Divinamente escolhido para ser o grande libertador e legislador, Moisés passou os primeiros quarenta anos de sua vida como um príncipe no Egito; exilado, pelos quarenta anos seguintes, no deserto; voltando, depois, para conduzir e instruir Israel durante os quarenta anos finais de sua vida (Dt 34:7) .

A divisão histórica do Livro, capítulos 1 ao 18 ,oferece detalhes da chamada de Moisés junto à Sarça Ardente, dos Juízo das Pragas contra os egípcios, da Passagem pelo Mar Vermelho e do Acampamento de Israel junto ao Monte Sinai. A seguir, vem uma divisão legislativa nos capítulos 19 ao 24 contendo os Dez Mandamentos e o começo da Dispensação da Lei (Êx 19:18) ,que terminou com a Cruz (Rm 10:4) .Uma Divisão Cerimonial nos capítulos 25 ao 40 conclui o Livro com descrições do Tabernáculo, leis quanto ao sacerdócio e uma maravilhosa Cerimônia de Dedicação (Êx 40:34-38) .

Praticamente tudo que se relaciona ao culto no Tabernáculo tem uma aplicação espiritual ou típica em relação a Cristo, que veio e "Tabernaculou" ou "Habitou" , entre nós, como revela o Livro de Hebreus (Hb 9:11) . Êxodo se impõe como um monumento aos mandamentos e promessas de Deus. Israel permanece como um monumento à obediência limitada do homem . As oportunidades que Israel desperdiçou são incalculáveis. Somente quando reconhecerem seu Messias prometido e o que Ele realizou em favor deles no Calvário, os israelitas receberão a plenitude de todas as promessas de Deus.


Shalom !!! Bom estudo!!!