quarta-feira, 31 de março de 2010

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UMA AULA DE ESCATOLOGIA !!!


A Bíblia revela muita coisa sobre o futuro, os últimos dias e a eternidade com Deus. se o céu não fosse mais interessante do que togas, harpas e ensaios de coral, não haveria muita gente interessada em fazer parte dele.

Felizmente, o que a Bíblia diz sobre o futuro é algo bem interessante. Eis em seguida os acontecimentos que se darão:

1)O Arrebatamento da Igreja (I Ts 4:13-18) quando Jesus voltar para levar para o céu todos os que creram nEle desde Sua vida e morte na Terra.

2)O Julgamento dos Crentes (I Co 3:12-15; II Tm 4:8; I Pe 5:4) para receberem, ou não, os galardões éla fidelidade no serviço prestados ao Mestre Jesus.

3)O Renascimento do Império Romano (Ap 17:3-13) através do qual o grande mal virá.

4)O anticristo Surgirá (Ap 13:1-8) para fazer guerra contra Israel e contra os que aceitarem Jesus após a Igreja ser arrebatada.

5)A Grande Tribulação (capítulos 6 ao 18 de Apocalípse). O período de "SETE ANOS" , conhecido como "Tribulação (primeira metade) e Grande tribulação (segunda metade), é representado pelos "SELOS", "TROMBETAS" e "TAÇAS" derramadas na Terra .

Quando a Grande Tribulação se aproximar do fim, estes acontecimentos ocorrerão:

6) Uma Guerra Mundial (Ap 16:12-16) focalizando o "ARMAGEDOM" .

7)A Segunda Vinda de Cristo (Ap 19:11-21) como os Exércitos do céu para derrotar os exércitos do anticristo.

8)A Prisão de Satanás Durante Mil Anos (Ap 20:4) para que ele não engane a ninguém durante o "Milênio".

Então, o Senhor Jesus glorificará Seu Pai através destes acontecimentos de clímax:

9)A Ressurreição dos Santos da Tribulação e dos Santos do Antigo Testamento (Dn 12:1-2; Ap 20:4) para reinarem com Cristo no Seu Reino.

10)O Reino Milenar de Cristo (Ap 20:5-6) durante o qual Ele reinará sobre toda a Terra no Trono de davi, em Jerusalém.

11)Uma Rebelião Final (Ap 20:7-10), quando Satanás é solto e engana a muitos após o Milênio.

12)A Ressurreição e o Julgamento Final dos Ímpios (Ap 20:11-15).

13)O Novo Céu e a Nova Terra (Ap 21:1 --22:5), eternos com sua Nova jerusalém.

Essa agenda profética será cheia de ação, e muitos desses acontecimentos podem ser subdivididos em vários passos. Não há nada de entediante sobre o quadro bíblico do futuro.

RECOMPENSAS NO FINAL DA JORNADA !!!!


Deus é o "galardoador dos que O buscam" (Hb 11:6). Ele também "recompensa" negativamente aqueles que O rejeitam e vivem em pecado e em vidas egoístas. Quem resolve viver da maneira que quer, está descartando o Senhor de sua vida; lhe aguarda o juízo de Deus. Por isso, pense bem, hoje, como está sua vida. O pecado lhe acorrentou e você tem prazer nisso ? Você tem apoiado o pecado de outras pessoas rebeldes ? Nem todos que dizem : Senhor, Senhor, entrarão no Reino dos Céus. Confessar Jesus como Senhor, significa preferir não viver no pecado. Cuidado, o diabo tem iludido muitos crentes alienados. Dizer que ninguém que diga que Jesus é o Senhor não entra em juízo, é uma farsa do inimigo. Muitos vivem dizendo : Jesus é o Senhor, mas estão tão distante dEle quanto as cinco virgens loucas !

1)Galardão ( misthos)

Significativamente, Cristo usa a palavra "galardão" (misthos) primeiramente (Mt 5:12), prometendo um grande galardão àqueles que são perseguidos por Sua causa. Ele também menciona que "Comigo está o galardão" (Ap 22:12) para retribuir a cada um segundo as suas obras.

Embora Paulo afirme que a Salvação não é uma recompensa, mas que nos é dada pela Graça (Rm 4:4), o apóstolo diz que cada será recompensado segundo seu serviço individual ao Senhor (I Co 3:8).

As seguintes palavras são usadas tanto para um galardão como para um castigo e podem ser traduzidas de forma negativa ou positiva, dependendo do contexto.

2)Misthapodosia

Misthapodosia ocorre somente em Hebreus, duas vezes como galardão e uma como castigo.

Galardão: "Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão" (Hb 10:35). Um encorajamento para permanecer firme em relação ao galardão eterno, o contexto (v.34) é principalmente o de perda temporária por causa de perseguição.

No famoso "capítulo da fé", Moisés é exaltado por abandonar os prazeres da corte do Egito porque ele "considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão" (Hb 11:26). Ele mantinha seus olhos na eternidade e não no Egito !

Castigo. Em Hb 2:2-4, os cristãos são alertados a não pensar que escaparão do castigo à luz do infrator da Lei do Antigo Testamento, que "recebeu justo castigo".

3)Antapodoma

Antapodoma ocorre duas vezes, uma vez com sentido positivo e outra com sentido negativo.

Galardão: Em Lc 14:12-14, Cristo alerta sobre convidar somente pessoas que podem convidá-LO em retribuição para que seja "recompensado". Ele fala ao Seu povo para demonstrar amor aos realmente desafortunados; então, "a recompensa.....receberás na ressurreição do justo". Quando os cristãos servem aos pobres, eles servem a Cristo e receberão uma "apodoma" eterna.

Castigo: Em Rm 11:9, Paulo cita o Sl 69:22 ==> "Sua mesa torne-se-lhes diante deles em laço, e a prosperidade em armadilha". Ele usa este versículo para mostrar que israelitas descrentes, em contraste com o remanescente de Deus, serão castigados por sua maldade de coração.

4)Antimisthia

Antimisthia também é usada duas vezes.

Galardão : A derivação desta palavra sugere um "toma-lá-dá-cá", e isto é o que Paulo exige dos coríntios: "Ora, como justa retribuição ,"antimisthia", (falo-vos como a filhos), dilatai-vos também vós" (II Co 6:13). fala-se de uma retribuição diária entre as pessoas.

Castigo: O contexto é um detalhado "catálogo de pecado" do mundo romano. Agora Paulo escreve que os pervertidos irão receber "em si mesmos a merecida punição (antimisthia) do seu erro" (Rm 1:27). Isso talvez se refira principalmente a problemas psicológicos e físicos dos que buscam a perversão. Caso haja arrependimento, obviamente a punição não se estenderá à eternidade.

O assunto sobre recompensas e punições é sério e ao mesmo tempo encorajador: sério para aqueles que rejeitam a Deus e a Seus Mandamentos ou utilizam mal seu tempo, e encorajador para aqueles que trabalham no Reino do Senhor !
Querido leitor, ainda é tempo de fazer uma escolha sábia . Convide o Senhor Jesus Cristo para Reinar em sua vida ! Deus o abençoe !

terça-feira, 30 de março de 2010

ENSINOS DO APÓSTOLO PAULO !!!


Depois do Mestre Jesus, o apóstolo Paulo é, provavelmente, o professor mais eloquente e persuasivo na Bíblia. Muitas das doutrinas que ele expôs são consideradas os maiores marcos da fé cristã.

Nascido judeu em Tarso, ele era um cidadão romano, fazedor de tendas e um fariseu que era responsável pela perseguição dos cristãos antes de sua conversão no caminho de Damasco (At 9:1-9). Ele se tornou um fiel seguidor de Cristo, um missionário dedicado e um líder respeitado na Igreja Primitiva. Aqui estão alguns desses principais ensinamentos:

1)Justificação pela Fé : Segundo Paulo, Deus introduziu uma nova era através da morte de Seu Filho. Sob a Antiga Aliança, o povo, assim como Abraão, era justificado através da crença em Deus, aguardando a promessa da vinda do Messias (Gn 15:6; Rm 4:22). Agora os crentes são justificados, ou declarados justos perante Deus, através da fé no Messias, Jesus Cristo, e de Sua morte expiatória por nós. Nossa justificação é baseada na obra de Cristo, consumada através de Seu sangue (Rm 5:9) e trazida ao Seu povo através de Sua ressurreição (Rm 4:25).

2)Jesus Cristo como o Filho Ressurreto e Vivo de Deus : A partir do momento que Jesus apareceu a Paulo na sua dramática conversão, Paulo nunca mais hesitou em proclamá-LO como o Mistério dos Tempos e o Grande Redentor da humanidade pecadora (I Co 15:1-20). Para Paulo, Jesus era o Messias, o Filho de Deus, o centro do Evangelho e aquele através de quem "todas as coisas foram criadas" (Cl 1:16).

3)A Igreja como Corpo de Cristo : Como único escritor do Novo Testamento que fala da Igreja como um Corpo, Paulo enfatiza este fato em passagens como : Ef 1:22-23; Ef 4:7-16; I Co 12. Ele também lembra aos cristãos que seus vários dons devem ser usados no desenvolvimento do Corpo de Cristo e que devem trabalhar juntos para o bem comum da causa cristã (Rm 12:4-5).

4)O Poder e a Influência do Espírito Santo na Vida do Cristão :Paulo ensinou que o Espírito Santo era mais eficaz para a vida santa do cristão do que a antiga Lei judaica jamais tinha sido. A Lei dizia o que as pessoas deveriam fazer, mas ela não promovia a vontade ou o poder de fazê-lo. Mas o Espírito Santo de Deus pode promover o poder e a motivação necessários (Rm 8:9-17; Gl 5:16-25).

5)A Segunda Vinda de Cristo e a Consumação do Reino de Deus quando os Redimidos serão Recebidos na Presença de Deus : Paulo ensina que Cristo retornará à Terra no final desta Dispensação (Era da Igreja ou da Graça) e que todos os cristãos entrarão em Sua Glória em um futuro próximo (I Ts 4:13-18; I Co 15:20-28).


Se você nunca leu esse tipo de ensino, aproveite agora para refletir sobre tudo isto. Com certeza chegará o Dia em que todas essas coisas se cumprirão. Seja você também um participante da Glória de Cristo !!! Que o Espírito Santo de Deus fale mais em seu coração. Shalom !!!!

quinta-feira, 25 de março de 2010

JESUS CRISTO,O CORDEIRO DE DEUS (JO 1:29)


A Bíblia proclama ser a Palavra do único Deus verdadeiro. Somando-se às provas históricas, arqueológicas e científicas, há muitas provas nela mesma. Não existem tais evidências para outros “escritos sagrados”. A Bíblia foi escrita durante 1600 anos por quarenta profetas, a maior parte dos quais vivia em culturas diversas e em diferentes tempos da História. No entanto, nunca se contradizem, mas se complementam.
Quanto ao Corão, os islamitas têm de aceitar a palavra de Maomé, da mesma maneira que o Livro de Mórmon se apóia somente na palavra de Joseph Smith. Enquanto isso, cada profeta bíblico é confirmado por 39 outros profetas, e todos condenam as “escrituras” de outras religiões!
Seria difícil para um autor isolado evitar contradições ao lidar com um período da História tão longo e detalhado, envolvendo tantos indivíduos e nações, e cobrindo tal variedade de assuntos como a Bíblia faz. Quanto mais isso é verdade para quarenta profetas diferentes escrevendo a uma só voz, durante um período de muitos séculos! Portanto, só há uma explicação: inspiração divina.
Centenas de profecias declaradas séculos e até mesmo milhares de anos antes do seu cumprimento são a prova irrefutável que Deus oferece de Sua existência, e essas profecias identificam, sem deixar nenhuma dúvida, a Sua Palavra para a humanidade – uma prova que é absolutamente única da Bíblia. Ao mesmo tempo que confirmam que a Bíblia é a Palavra de Deus, as profecias bíblicas desenvolvem temas que são como fios de ouro tecidos através de todo o panorama bíblico.
Nas Nações Unidas e na liderança de muitas “religiões” ouve-se o insistente clamor por uma religião mundial. Na foto: grupo inter-religioso - ortodoxo russo, católico, copta, e budista no Cairo.
Um dos maiores temas é a Redenção: o único meio pelo qual um Deus santo pode perdoar de forma justa à Sua criatura, o homem, e reconciliá-lo consigo mesmo. A Bíblia denuncia todas as religiões deste mundo como inspiradas pelo “deus deste mundo” (Satanás) (1 Co 10.20; 2 Co 4.4). Todas elas ensinam que seu deus ou deuses podem ser satisfeitos por obras ou rituais religiosos. A Bíblia é única em declarar claramente que a salvação “é dom de Deus [um dom não pode ser merecido ou ganho com esforços]... “não por obras de justiça praticadas por nós mas segundo a Sua misericórdia Ele nos salvou” (Ef 2.8; Tt 3.5).
A Palavra de Deus não nos dá espaço para acomodação, diálogo ou compromisso. A verdade não concede nada ao erro e não tem nada a discutir com a mentira. No entanto, por vários anos a Igreja Católica Romana tem “dialogado” com hindus, budistas e islamitas, religiões que se opõem categoricamente à Bíblia (uma conferência católico-budista num monastério no Kentucky/EUA alegou ter achado paralelos entre o sofrimento de Cristo na cruz, as “Quatro Verdades Nobres de Buda” e a meditação budista (Los Angeles Times, 27 de julho de 1996). Como é possível existir tal confusão? A resposta é porque o catolicismo, como todas a religiões não-cristãs, desenvolveu há séculos atrás um sistema “cristão” de obras e sacramentos para a salvação. E por muitos anos, batistas e evangélicos (cujos antepassados saíram do catolicismo durante a Reforma) têm dialogado com a Igreja Católica Romana. Enquanto isso, nas Nações Unidas e na liderança de muitas “religiões” ouve-se o insistente clamor por uma religião mundial.
O cristianismo bíblico encontra-se sozinho na oposição ao ecumenismo que, finalmente, todas as religiões irão abraçar sob o Anticristo. O Evangelho está separado de todas as religiões pela declaração aberta de todos os profetas bíblicos de que, para que Deus perdoe pecados e reconcilie a humanidade consigo mesmo, a penalidade do pecado deve ser paga em sua totalidade. Essa penalidade é a morte (separação eterna de Deus, o doador e sustentador da vida) e foi pronunciada sobre toda a raça humana: “A alma que pecar, essa morrerá... porque o salário do pecado é a morte...” (Ez 18.20; Rm 6.23). Essa penalidade não pode ser colocada de lado nem pelo próprio Deus, que deu Sua palavra eterna. Mas Deus enviou o Seu Filho, que se tornou homem através do nascimento virginal, para sofrer em nosso lugar o castigo que Ele pronunciou sobre a humanidade.
A oferta do filho Isaque pelo pai Abraão num altar só tem significado no contexto da narrativa bíblica do Pai (Deus) oferecendo a Cristo (Filho) na cruz pelos pecados da humanidade.
O fato de que o pagamento pelo pecado só pode ser feito por uma vítima sem pecado é parte integral do tema da Redenção através de toda a Bíblia. Está claro que nenhum pecador pode pagar pelos seus próprios pecados: “O sacrifício dos perversos já é abominação” (Pv 21.27). A salvação só pode vir da graça de Deus em aplicar a morte de Cristo como pagamento pelos pecados da humanidade, àqueles que aceitam a salvação nos termos de Deus. Isso é visto nos sacrifícios de animais que os judeus tinham que oferecer. O fato de que esses sacrifícios tinham que ser repetidos muitas e muitas vezes provam que eles eram somente antecipações temporárias de um sacrifício verdadeiro, o qual Deus iria providenciar: “Ora, visto que a lei... nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, perpetuamente eles oferecem. Doutra sorte, não teriam cessado de ser oferecidos...?” (Hb 10.1-2).
Além do mais, desde o ano 70 d.C. até agora os judeus não têm tido a possibilidade de oferecer os sacrifícios que foram estabelecidos pelas instruções específicas da Torá (os cinco livros de Moisés). Esse fato implica conseqüências seríssimas, especialmente desde que a destruição do templo e o fim dos sacrifícios não aconteceu por acaso, mas pelo julgamento de Deus sobre a rebelião de Israel, como Seus profetas predisseram: “Porque os filhos de Israel ficarão por muitos dias sem rei, sem príncipe, sem sacrifício...” (Os 3.4). Jesus declarou que o controle gentio sobre Jerusalém continuaria até o Armagedom: “...até que os tempos dos gentios se completem, Jerusalém será pisada por eles” (Lc 21.24). Essa é uma profecia notável, ainda sendo cumprida.
Então, como podem os judeus (ou gentios) receber o perdão de Deus, sendo que os sacrifícios levíticos que Ele ordenou especificamente terminaram há quase 2000 anos, e ainda é impossível realizá-los hoje em dia? A resposta a essa questão é dada no tema que se estende por toda a Escritura.
O centro desse tema são as inúmeras referências a um cordeiro como sacrifício redentor pelo pecado. O primeiro sacrifício que Deus aceitou foi um cordeiro oferecido por Abel (Gn 4.2-4; Hb 11.4). Contudo, está claro desde o início que sacrifícios de animais eram somente uma figura de um sacrifício ainda por vir, o qual seria o único que realmente poderia fazer o pagamento completo pelos pecados, e isso por duas razões óbvias: (1) A vida animal nunca se igualou à vida humana. (2) Como já vimos, sacrifícios de animais tinham de ser repetidos provando que eles não podiam remover a culpa do pecado.
No entanto, as figuras proféticas do Velho Testamento apresentam pistas impressionantes. O oferecimento de Isaque por Abraão sobre um altar é um exemplo clássico. Os islamitas dizem que foi Ismael, não Isaque, o filho oferecido – uma óbvia mentira porque não combina com o Islã. Alá não é um pai, não tem filho; o Islã não tem sacrifício redentor e nega a morte de Cristo pelos pecados.
Isaías profetizou que o Messias seria o Cordeiro prometido, sacrificado pelos pecados do mundo: “o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos... como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca” (Is 53.6,7).
Entretanto, a ordem de Deus a Abraão de oferecer seu “único filho, Isaque” (Gn 22.2) tem um significado profético inegável em relação ao sacrifício bíblico do “Filho unigênito de Deus” (Jo 3.16). A oferta do filho Isaque pelo pai Abraão num altar só tem significado no contexto da narrativa bíblica do Pai (Deus) oferecendo a Cristo na cruz pelos pecados da humanidade. Também não poderia ser uma coincidência que o exato lugar onde Deus pediu que Abraão oferecesse seu filho tornou-se o local do templo judeu e seus sacrifícios. O Islã tenta roubar também isso, dizendo que foi do lugar onde “Ismael foi oferecido como sacrifício” que Maomé subiu ao céu.
O mistério parece se aprofundar na enigmática resposta de Abraão, “Deus proverá para si o cordeiro” (Gn 22.8), à pergunta feita por Isaque: “Onde está o cordeiro para a oferta?” (Gn 22.7). Deus mesmo seria o cordeiro sacrificial para a redenção humana? Será que Cristo se referiu a essa afirmação quando declarou: “Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o meu dia, viu-o e regozijou-se” (Jo 8.56)? Isaías revelou que o Messias vindouro seria o filho de Deus: “um Filho se nos deu” (Is 9.6) e também que Ele seria YAHWEH, chamado o “Deus de Israel” 203 vezes na Bíblia: “seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade” (Is 9.6). Uma criança nascida de uma virgem seria o Filho de Deus e ao mesmo tempo seria Deus? Sim. Como Jesus declarou: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30).
Isaías também profetizou que o Messias seria o Cordeiro prometido, sacrificado pelos pecados do mundo: “o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos... como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca” (Is 53.6,7). Não é de se admirar que João Batista, quando “viu... a Jesus, que vinha para ele, ...disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1.29,36). O intrincado relacionamento entre os escritos de tantos profetas é impressionante!
A figura profética mais completa do Cordeiro por vir se encontra na Páscoa. As detalhadas instruções já resolveram a controvérsia que é o “x” do problema no Oriente Médio, a respeito da terra que Deus prometeu a Abraão: “Dar-te-ei e à tua descendência... toda a terra de Canaã, [não existia um lugar chamado “Palestina”!] em possessão perpétua” (Gn 17.8). Ismael, porém, embora ilegítimo, era o primeiro filho de Abraão. Por isso os árabes clamam ser descendentes de Ismael, e dizem ser a “descendência” de Abraão a quem foi concedida a Terra Prometida. A Bíblia, ao contrário, diz claramente que os descendentes de Abraão através de Isaque e Jacó são a “descendência” e os verdadeiros herdeiros (Gn 17.19; 26.3,4; 28.13; 1 Cr 16.15-18, etc). De acordo com a Bíblia, o direito de posse que os árabes e muçulmanos dizem ter sobre essa terra tão disputada é uma fraude – no entanto, as Nações Unidas, a União Européia e os EUA, etc., aceitam-no como base para uma “paz” que desafia o Deus de Israel!
Os islâmicos dizem que a Bíblia foi mudada pelos judeus e cristãos. Isso não é verdade. O Deus da Bíblia define a descendência que herdará a terra tão claramente que qualquer “mudança” seria impossível: “...a tua posteridade [a qual herdará a terra] será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos... Na quarta geração, tornarão para aqui... (Gn 15.13-16).
A libertação de Israel aconteceu através do juízo de Deus na forma das dez pragas sobre o Egito. Na última foi requerido o sacrifício de um cordeiro por aqueles que quisessem escapar daquela terra amaldiçoada.
Os judeus, não os árabes, foram escravos no Egito por quatrocentos anos, daí trazidos na quarta geração para a terra de Canaã. Os árabes não entraram na “Palestina” até a invasão brutal no século VII, depois que os judeus já haviam se estabelecido ali por mais de 2000 anos. Isso é História irrefutável, provada pela Páscoa. A libertação de Israel aconteceu através do juízo de Deus na forma das dez pragas sobre o Egito. Na última foi requerido o sacrifício de um cordeiro por aqueles que quisessem escapar daquela terra amaldiçoada. Esse evento deveria ser comemorado para sempre com a refeição da Páscoa, introduzida naquela noite histórica: “Este dia vos será por memorial... Quando vossos filhos vos perguntarem: Que rito é este? Respondereis: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor... quando feriu os egípcios e livrou as nossas casas” (Êx 12.14,26-27).
Quem guarda a Páscoa? Não são os árabes! Só os judeus a guardam pelo mundo todo até o presente. Quando um evento testemunhado por muitas pessoas é comemorado imediatamente, de um modo especial e guardado para sempre, temos aí a prova de que aconteceu como foi instituído. A Páscoa comemorada anualmente prova a escravidão de Israel no Egito e a sua libertação, como a Bíblia declara, e também que os judeus são os herdeiros de Abraão, com direito de posse sobre aquela terra, com uma escritura que Deus assinou há 4000 anos.
Não-judeus não tem direito nem propósito em guardar a Páscoa judaica. No entanto, tem se tornado popular que cristãos gentios celebram o seder judeu. É verdade que o cordeiro pascal simboliza Cristo, o Cordeiro que Abraão disse a Isaque que Deus proveria – mas o mesmo acontece com cada oferta levítica. No entanto, os cristãos não as oferecem mais hoje em dia. Então, por que celebram a Páscoa? Ela comemora o livramento ancestral do Egito, do qual os gentios não têm parte.
Mas a “Última Ceia” não era a Páscoa, e Cristo não deu a ela um significado novo, dizendo que deveria ser celebrada continuamente até a Sua volta? Um significado novo? Impossível! A refeição da Páscoa, o cordeiro, tem um significado histórico envolvendo uma aliança eterna (Gn 17.7; 1 Cr 16.15-18, etc.) a respeito da Terra Prometida. Esse significado não pode ser mudado. Aos judeus (não aos gentios) é ordenado guardar a Páscoa para sempre (Êx 12.14). O próprio Cristo não poderia ter dado um “novo significado” para a Páscoa.
Além do mais, a Última Ceia não era a Páscoa. Ela ocorreu na noite “antes da Festa da Páscoa” (Jo 13.1) e sem um cordeiro. Na manhã seguinte os judeus ainda estavam se guardando purificados para que pudessem “comer a Páscoa” (Jo 18.28). Aquela tarde, quando Cristo estava sobre a cruz, era ainda a “parasceve pascal [preparação da Páscoa]” (Jo 19.14) – Os cordeiros ainda estavam sendo sacrificados para serem comidos na refeição da Páscoa naquela noite.
“Esta Páscoa” foi algo novo inaugurado por Cristo a ser comemorado com pão e vinho (em memória do Seu corpo partido e de Seu sangue derramado) por todos que crêem nEle (judeus e gentios). “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1 Co 11.26).
Mas Jesus não disse: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento” (Lc 22.15)? Sim, mas “esta Páscoa” não é a mesma com o cordeiro assado guardada somente pelos judeus em memória da libertação do Egito. “Esta Páscoa” foi algo novo inaugurado por Cristo a ser comemorado com pão e vinho (em memória do Seu corpo partido e de Seu sangue derramado) por todos que crêem nEle (judeus e gentios). Por que, então, Jesus chamou essa nova instituição de Páscoa? Porque como Israel foi libertado do Egito pela morte de um cordeiro, assim ela comemora a libertação, dos que crêem, do pecado, do mundo pecaminoso e do julgamento por vir, através do verdadeiro “Cordeiro de Deus”: “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1 Co 11.26). Paulo disse: “Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado” (1 Co 5.7).
Se os sacrifícios de animais não poderiam pagar pelo pecado, qual era o seu propósito? Eles eram ilustrações físicas da verdade espiritual, além da nossa presente compreensão. Cristo continuamente usou ilustrações físicas para explicar verdades espirituais: (“beber a água que Eu lhe der... Eu sou a videira verdadeira... a porta... o pão da vida... a não ser que coma a minha carne e beba o meu sangue...” etc.). Nós fazemos o mesmo hoje. Por exemplo, cantamos hinos a respeito de sermos “lavados no sangue do Cordeiro”, mas não estamos falando literalmente.
Erros profundos ocorrem quando símbolos são tomados como substância, tais como a hóstia que é aceita como o verdadeiro corpo de Cristo. Seria como se precisássemos comer páginas da própria Bíblia de maneira que pudéssemos nos “alimentar da Palavra de Deus” (Dt 8.3; Jr 15.16; 1 Pe 5.2, etc.). O significado por trás do cordeiro do sacrifício vai muito além dos nossos mais altos pensamentos. Na visão de João foi dito a ele que “o Leão da tribo de Judá... prevaleceu para abrir o livro”. Virando-se para ver o “Leão” ele viu “um Cordeiro como tendo sido morto” (Ap 5.5-6). Como pode um leão poderoso aparecer como um cordeiro que acaba de ser morto? E de que maneira poderia Cristo ser visto como tal no céu? Da cidade celestial sabemos que “o Cordeiro é a sua lâmpada” (Ap 21.23). A Bíblia termina referindo-se ao trono eterno de Deus e do Cordeiro (Ap 22.1,3).
Somente podemos nos prostar maravilhados e gratos, regozijando-nos porque um dia iremos nos juntar aos redimidos em volta do trono, entoando o coro eterno: “Digno é o Cordeiro que foi morto” (Ap 5.12). Finalmente O veremos como Ele é (1 Jo 3.2) e compreenderemos totalmente, tendo sido transformados em Sua imagem por toda a eternidade! (Dave Hunt - TBC - http://www.chamada.com.br/)Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, abril de 2007

sexta-feira, 19 de março de 2010

REFLITA E RECEBA JESUS EM SUA VIDA !!!


Profecias:
Por que Jesus derramou Seu sangue na cruz?
"Porque a vida da carne está no sangue. Eu vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pela vossa alma, porquanto é o sangue que fará expiação [um sacrifício que paga a culpa] em virtude da vida" (Levítico 17.11).
"Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão [perdão dos pecados]" (Hebreus 9.22).
Por que a crucificação foi tão traumática?
"Certamente, Ele [Jesus] tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre Si; e nós O reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões [pecados] e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados" (Isaías 53.4-5).
De quem foram os pecados que pregaram Jesus na cruz?
"Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre Ele a iniqüidade [pecado] de nós todos" (Isaías 53.6).
A morte brutal de Cristo foi profetizada?
"Como pasmaram muitos à vista dEle [Jesus] (pois o Seu aspecto estava mui desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a Sua aparência, mais do que a dos outros filhos dos homens)" (Isaías 52.14).


Obediência:
Por que a crucificação de Cristo foi necessária?
"E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado [na cruz], para que todo o que nEle crê tenha a vida eterna" (João 3.14-15).
O que Jesus quis dizer ao clamar "Está consumado!"?
"Quando, porém, veio Cristo como Sumo Sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo [templo], não feito por mãos, quer dizer, não desta criação, não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo Seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção" (Hebreus 9.11-12).
Jesus é o único caminho para Deus?
"Respondeu-lhe Jesus. Eu Sou o Caminho, e a vVerdade, e a Vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim" (João 14.6).
O que Deus pensou da crucificação do Seu Filho?
"Todavia, ao SENHOR agradou moê-Lo, fazendo-O enfermar; quando der Ele a Sua alma como oferta pelo pecado, verá a Sua posteridade e prolongará os Seus dias; e a vontade do SENHOR prosperará nas Suas mãos" (Isaías 53.10).


Perdão:
Qual foi o resultado do derramamento do sangue de Jesus?
"No qual [em Jesus] temos a redenção [resgate da culpa do pecado], pelo Seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da Sua Graça" (Efésios 1.7).


Por que a crucificação de Cristo é importante?
"Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o Justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito" (1 Pedro 3.18).
O sacrifício individual de Cristo é suficiente?
"E Ele [Jesus] é a propiciação [satisfação da justiça de Deus] pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro" (1 João 2.2).
O sacrifício de Cristo deve ser repetido?
"Assim também Cristo, tendo-Se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que O aguardam para a Salvação" (Hebreus 9.28).
Por que a cruz provoca divisões?
"Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus" (1 Coríntios 1.18).


Sua resposta:
Qual será a sua decisão em relação a Jesus?
Essa é uma pergunta que apenas você pode responder. Deus lhe dá o privilégio de conhecer Seu plano completo de salvação. Ele lhe oferece a vida eterna através daquilo que Jesus Cristo fez por você: Ele morreu [pelos seus pecados], foi sepultado e ressuscitou [para lhe dar nova vida]. Você admite humilde e submissamente diante de Deus que necessita de Jesus Cristo em sua vida?
"Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhE deu o Nome que está acima de todo nome, para que ao Nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai" (Filipenses 2.9-11).


Como você pode responder a Jesus?
Volte (arrependa-se): "Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados" (Atos 3.19).
Confie (creia): "Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa" (Atos 16.31).
Receba (obedeça): "Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no Seu Nome" (João 1.12).

sexta-feira, 12 de março de 2010

A CRUZ E A COROA DE CRISTO !!!


Texto base: Mt. 27:29; Mc. 15:17; Jo. 19:2-5.

Os espinhos simbolizam, não o pecado, mas sim, as conseqüência dele. Em Gn 3:17-18, lemos que a Terra produziu espinhos como conseqüência da desobediência de Adão e Eva.
Em Nm 33:51- 56, lemos que Deus ordenou aos israelitas expulsarem os cananeus da Terra Prometida. Se eles não os expulsassem, os cananeus seriam como espinhos nos olhos deles. Novamente vemos os espinhos como conseqüência de um ato de desobediência. Eles tinham que purificar a Terra para que pudessem viver bem, mas não fizeram.
Os perversos sofrem com os espinhos (Pv 22:5). Quem é obediente guarda a sua alma. Devemos vigiar e orar, nos guardarmos do pecado. Buscar a santificação. Só assim para os espinhos nos abandonarem.
Como está a sua vida? Você tem obedecido a Deus? Santificar-se não é uma opção, é uma necessidade.
A desobediência resulta em espinhos (Mt 7:16). Se os espinhos são os frutos do pecado, não seria a coroa de espinhos na cabeça de Jesus, um símbolo de nosso pecado perfurando o coração dEle?
Jesus era santo, não cometeu pecado, mas apelou como um pecador ao Pai celestial (Mt 27:46). Jesus gritou :“Meu Deus, Meu Deus, porque me abandonaste?” Também pode significar “porque se afastaste de mim?” ou “porque se retiraste”. Ele estava com todo o pecado da humanidade sobre ele (Is 53:5). Nossos pecados feriram Jesus. Ele tornou-se em pecado por nós. Por mim e por você.
Jesus trocou a coroa celestial pela coroa de espinhos por causa de você! Jesus usou uma coroa de espinhos para que você pudesse usar a coroa da glória (I Pe 5:4), a coroa da vida (Tg 1:12) e a coroa da justiça (II Tm 4:8).
Jesus nos diz: “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida”. Ap 2:10.

terça-feira, 9 de março de 2010

LIVRO DE DANIEL : APOCALÍPSE DO A.T


Correlação:
Há correlação entre o discurso do Monte das Oliveiras e a seção de Juízos do Livro do Apocalipse (capítulos 4-19) com as divisões estruturais da 70ª Semana de Daniel no Antigo Testamento. Lembre que essa “Semana” profética representa "Sete Anos".


Primeira Metade da Semana (Dn 9:27a ) ==> Início das "Dores de Parto" .

Ap 4-6 ==>Juízo dos Selos :
Mt 24.4-14; Mc 13.4-13; Lc 21.8-19 ==>Sinais preliminares.


Segunda Metade da Semana (Dn 9:29b) ==>Eventos principais.
Ap 7-13 ==>Juízos das Trombetas:
Mt 24.15; Mc 13.14-23; Lc 21.20-24 ==> O abominável da desolação .


Conclusão da Semana (Dn 9:27b) ==> Dores de Parto finais .

Ap 14-19==> Juízos das Taças:
Mt 24.29-31; Mc 13.24-27; Lc 21.25-28 ==> A parousia (“presença física”) e o encerramento dos tempos finais.

segunda-feira, 8 de março de 2010

"A DECLARAÇÃO DE BALFOUR"


A Declaração de Balfour é uma carta escrita em 2 de novembro de 1917 pelo então secretario britânico dos Assuntos Estrangeiros, Arthur James Balfour, enviado ao Lord Rothschild sobre sua vontade de conceder ao povo judeu uma facilitação de povoação da Terra de Israel caso a Inglaterra conseguisse derrotar o Império Otomano, que, até então, dominava aquela região.


A carta destinada ao Lord Rothschild, presidente na British Zionist Federation foi escrita usando-se os seguintes termos:

"Caro Lord Rothschild,
"Tenho o grande prazer de endereçar a V. Sa., em nome do governo de Sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia quanto às aspirações sionistas, declaração submetida ao gabinente e por ele aprovada:
`O governo de Sua Majestade encara favoravelmente o estabelecimento, na Palestina, de um Lar Nacional para o Povo Judeu, e empregará todos os seus esforços no sentido de facilitar a realização desse objetivo, entendendo-se claramente que nada será feito que possa atentar contra os direitos civis e religiosos das coletividades não-judaicas existentes na Palestina, nem contra os direitos e o estatuto político de que gozam os judeus em qualquer outro país.´
"Desde já, declaro-me extremamente grato a V. Sa. pela gentileza de encaminhar esta declaração ao conhecimento da Federação Sionista.
"Arthur James Balfour."
A França e a Itália, aliadas de Londres na Primeira Guerra Mundial ratificam espontaneamente a Declaração de Balfour, prevenindo-se de deixar o Oriente sob administração exclusiva do Império Britânico.

Os Estados Unidos aprovaram-na em agosto de 1918.

domingo, 7 de março de 2010

MEU COMPROMISSO DE AMOR A JESUS !!!




"Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda esse é o que Me ama; e aquele que Me ama será amado de Meu Pai, e Eu o amarei, e Me manifestarei a ele." (João 14:21)

1) Deus busca por adoradores que tem responsabilidade, que assuma compromisso com Ele.

•Na conversa com a mulher samaritana, Jesus disse que Deus busca por adoradores repensáveis e fiéis...
•Pessoas que adorem ao Pai em Espírito e em verdade.

2) Crentes com um compromisso, responsável.

3) Vivemos uma crise de compromisso

•Na verdade vivemos uma crise de caráter ampla, geral e irrestrita.
•As pessoas estão preferindo pagar multas a cumprir contrato...
•E isso tem acontecido em todos os lugares, atletas, empresas, prestadores de serviço, políticos, cônjuges e até os membros de igreja.

4) É hora dos crentes pensarem mais sobre seu compromisso com Deus e assumirem uma postura mais séria.

5) Mas para isso alguns ingredientes raros precisam ser introduzidos.


PARA UMA POSTURA MAIS SÉRIA DIANTE DE DEUS OS CRENTES PRECISAM:

A - Conhecer os mandamentos =>"Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda esse é o que Me ama."
1) Temos um grande problema sempre que vamos assinar contrato.
a) Geralmente eles são longos e com letras bem pequenas.


2) Jesus fala de termos os Seus mandamentos; não no sentido de os ter em casa, na gaveta, mas ter no sentido de ter no conhecimento, tê-los na mente e coração.
a) Conhecer o significado e sua aplicação prática é fundamental.


3) Precisamos conhecer mais que a letra; precisamos conhecer o Espírito ( II Co 3:6).
O qual nos fez também capazes de ser ministros de um Novo Testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o Espírito vivifica.

B - Obedecer aos mandamentos ==> "Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda esse é o que Me ama."
1) Guardar os mandamentos é sinal de compromisso e submissão.


2) Jesus nos mandou amar. Ele declara que Seus mandamentos são mandamentos de amor.
a) Amar a Deus e amar a si mesmo e amar ao próximo.
b) Amar é a forma segura de obedecer a Jesus.


3) Amar é uma atitude concreta de abrir mão de si mesmo para dar a outro o nosso melhor.
a) O amor lança fora a inveja, o egoísmo, o orgulho...
b) O amor não busca, o amor dá.
c) Quem ama Jesus se dá para Jesus.


4) Nosso compromisso com Deus é de amá-Lo de todo coração, alma e mente...
a) Servi-Lo sempre pelo que Ele é.
b) Adorá-Lo pelos Seus atributos (qualidades).
c) Honrá-Lo em todas as circunstâncias.