quarta-feira, 31 de março de 2010

UMA AULA DE ESCATOLOGIA !!!


A Bíblia revela muita coisa sobre o futuro, os últimos dias e a eternidade com Deus. se o céu não fosse mais interessante do que togas, harpas e ensaios de coral, não haveria muita gente interessada em fazer parte dele.

Felizmente, o que a Bíblia diz sobre o futuro é algo bem interessante. Eis em seguida os acontecimentos que se darão:

1)O Arrebatamento da Igreja (I Ts 4:13-18) quando Jesus voltar para levar para o céu todos os que creram nEle desde Sua vida e morte na Terra.

2)O Julgamento dos Crentes (I Co 3:12-15; II Tm 4:8; I Pe 5:4) para receberem, ou não, os galardões éla fidelidade no serviço prestados ao Mestre Jesus.

3)O Renascimento do Império Romano (Ap 17:3-13) através do qual o grande mal virá.

4)O anticristo Surgirá (Ap 13:1-8) para fazer guerra contra Israel e contra os que aceitarem Jesus após a Igreja ser arrebatada.

5)A Grande Tribulação (capítulos 6 ao 18 de Apocalípse). O período de "SETE ANOS" , conhecido como "Tribulação (primeira metade) e Grande tribulação (segunda metade), é representado pelos "SELOS", "TROMBETAS" e "TAÇAS" derramadas na Terra .

Quando a Grande Tribulação se aproximar do fim, estes acontecimentos ocorrerão:

6) Uma Guerra Mundial (Ap 16:12-16) focalizando o "ARMAGEDOM" .

7)A Segunda Vinda de Cristo (Ap 19:11-21) como os Exércitos do céu para derrotar os exércitos do anticristo.

8)A Prisão de Satanás Durante Mil Anos (Ap 20:4) para que ele não engane a ninguém durante o "Milênio".

Então, o Senhor Jesus glorificará Seu Pai através destes acontecimentos de clímax:

9)A Ressurreição dos Santos da Tribulação e dos Santos do Antigo Testamento (Dn 12:1-2; Ap 20:4) para reinarem com Cristo no Seu Reino.

10)O Reino Milenar de Cristo (Ap 20:5-6) durante o qual Ele reinará sobre toda a Terra no Trono de davi, em Jerusalém.

11)Uma Rebelião Final (Ap 20:7-10), quando Satanás é solto e engana a muitos após o Milênio.

12)A Ressurreição e o Julgamento Final dos Ímpios (Ap 20:11-15).

13)O Novo Céu e a Nova Terra (Ap 21:1 --22:5), eternos com sua Nova jerusalém.

Essa agenda profética será cheia de ação, e muitos desses acontecimentos podem ser subdivididos em vários passos. Não há nada de entediante sobre o quadro bíblico do futuro.

RECOMPENSAS NO FINAL DA JORNADA !!!!


Deus é o "galardoador dos que O buscam" (Hb 11:6). Ele também "recompensa" negativamente aqueles que O rejeitam e vivem em pecado e em vidas egoístas. Quem resolve viver da maneira que quer, está descartando o Senhor de sua vida; lhe aguarda o juízo de Deus. Por isso, pense bem, hoje, como está sua vida. O pecado lhe acorrentou e você tem prazer nisso ? Você tem apoiado o pecado de outras pessoas rebeldes ? Nem todos que dizem : Senhor, Senhor, entrarão no Reino dos Céus. Confessar Jesus como Senhor, significa preferir não viver no pecado. Cuidado, o diabo tem iludido muitos crentes alienados. Dizer que ninguém que diga que Jesus é o Senhor não entra em juízo, é uma farsa do inimigo. Muitos vivem dizendo : Jesus é o Senhor, mas estão tão distante dEle quanto as cinco virgens loucas !

1)Galardão ( misthos)

Significativamente, Cristo usa a palavra "galardão" (misthos) primeiramente (Mt 5:12), prometendo um grande galardão àqueles que são perseguidos por Sua causa. Ele também menciona que "Comigo está o galardão" (Ap 22:12) para retribuir a cada um segundo as suas obras.

Embora Paulo afirme que a Salvação não é uma recompensa, mas que nos é dada pela Graça (Rm 4:4), o apóstolo diz que cada será recompensado segundo seu serviço individual ao Senhor (I Co 3:8).

As seguintes palavras são usadas tanto para um galardão como para um castigo e podem ser traduzidas de forma negativa ou positiva, dependendo do contexto.

2)Misthapodosia

Misthapodosia ocorre somente em Hebreus, duas vezes como galardão e uma como castigo.

Galardão: "Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão" (Hb 10:35). Um encorajamento para permanecer firme em relação ao galardão eterno, o contexto (v.34) é principalmente o de perda temporária por causa de perseguição.

No famoso "capítulo da fé", Moisés é exaltado por abandonar os prazeres da corte do Egito porque ele "considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão" (Hb 11:26). Ele mantinha seus olhos na eternidade e não no Egito !

Castigo. Em Hb 2:2-4, os cristãos são alertados a não pensar que escaparão do castigo à luz do infrator da Lei do Antigo Testamento, que "recebeu justo castigo".

3)Antapodoma

Antapodoma ocorre duas vezes, uma vez com sentido positivo e outra com sentido negativo.

Galardão: Em Lc 14:12-14, Cristo alerta sobre convidar somente pessoas que podem convidá-LO em retribuição para que seja "recompensado". Ele fala ao Seu povo para demonstrar amor aos realmente desafortunados; então, "a recompensa.....receberás na ressurreição do justo". Quando os cristãos servem aos pobres, eles servem a Cristo e receberão uma "apodoma" eterna.

Castigo: Em Rm 11:9, Paulo cita o Sl 69:22 ==> "Sua mesa torne-se-lhes diante deles em laço, e a prosperidade em armadilha". Ele usa este versículo para mostrar que israelitas descrentes, em contraste com o remanescente de Deus, serão castigados por sua maldade de coração.

4)Antimisthia

Antimisthia também é usada duas vezes.

Galardão : A derivação desta palavra sugere um "toma-lá-dá-cá", e isto é o que Paulo exige dos coríntios: "Ora, como justa retribuição ,"antimisthia", (falo-vos como a filhos), dilatai-vos também vós" (II Co 6:13). fala-se de uma retribuição diária entre as pessoas.

Castigo: O contexto é um detalhado "catálogo de pecado" do mundo romano. Agora Paulo escreve que os pervertidos irão receber "em si mesmos a merecida punição (antimisthia) do seu erro" (Rm 1:27). Isso talvez se refira principalmente a problemas psicológicos e físicos dos que buscam a perversão. Caso haja arrependimento, obviamente a punição não se estenderá à eternidade.

O assunto sobre recompensas e punições é sério e ao mesmo tempo encorajador: sério para aqueles que rejeitam a Deus e a Seus Mandamentos ou utilizam mal seu tempo, e encorajador para aqueles que trabalham no Reino do Senhor !
Querido leitor, ainda é tempo de fazer uma escolha sábia . Convide o Senhor Jesus Cristo para Reinar em sua vida ! Deus o abençoe !

terça-feira, 30 de março de 2010

ENSINOS DO APÓSTOLO PAULO !!!


Depois do Mestre Jesus, o apóstolo Paulo é, provavelmente, o professor mais eloquente e persuasivo na Bíblia. Muitas das doutrinas que ele expôs são consideradas os maiores marcos da fé cristã.

Nascido judeu em Tarso, ele era um cidadão romano, fazedor de tendas e um fariseu que era responsável pela perseguição dos cristãos antes de sua conversão no caminho de Damasco (At 9:1-9). Ele se tornou um fiel seguidor de Cristo, um missionário dedicado e um líder respeitado na Igreja Primitiva. Aqui estão alguns desses principais ensinamentos:

1)Justificação pela Fé : Segundo Paulo, Deus introduziu uma nova era através da morte de Seu Filho. Sob a Antiga Aliança, o povo, assim como Abraão, era justificado através da crença em Deus, aguardando a promessa da vinda do Messias (Gn 15:6; Rm 4:22). Agora os crentes são justificados, ou declarados justos perante Deus, através da fé no Messias, Jesus Cristo, e de Sua morte expiatória por nós. Nossa justificação é baseada na obra de Cristo, consumada através de Seu sangue (Rm 5:9) e trazida ao Seu povo através de Sua ressurreição (Rm 4:25).

2)Jesus Cristo como o Filho Ressurreto e Vivo de Deus : A partir do momento que Jesus apareceu a Paulo na sua dramática conversão, Paulo nunca mais hesitou em proclamá-LO como o Mistério dos Tempos e o Grande Redentor da humanidade pecadora (I Co 15:1-20). Para Paulo, Jesus era o Messias, o Filho de Deus, o centro do Evangelho e aquele através de quem "todas as coisas foram criadas" (Cl 1:16).

3)A Igreja como Corpo de Cristo : Como único escritor do Novo Testamento que fala da Igreja como um Corpo, Paulo enfatiza este fato em passagens como : Ef 1:22-23; Ef 4:7-16; I Co 12. Ele também lembra aos cristãos que seus vários dons devem ser usados no desenvolvimento do Corpo de Cristo e que devem trabalhar juntos para o bem comum da causa cristã (Rm 12:4-5).

4)O Poder e a Influência do Espírito Santo na Vida do Cristão :Paulo ensinou que o Espírito Santo era mais eficaz para a vida santa do cristão do que a antiga Lei judaica jamais tinha sido. A Lei dizia o que as pessoas deveriam fazer, mas ela não promovia a vontade ou o poder de fazê-lo. Mas o Espírito Santo de Deus pode promover o poder e a motivação necessários (Rm 8:9-17; Gl 5:16-25).

5)A Segunda Vinda de Cristo e a Consumação do Reino de Deus quando os Redimidos serão Recebidos na Presença de Deus : Paulo ensina que Cristo retornará à Terra no final desta Dispensação (Era da Igreja ou da Graça) e que todos os cristãos entrarão em Sua Glória em um futuro próximo (I Ts 4:13-18; I Co 15:20-28).


Se você nunca leu esse tipo de ensino, aproveite agora para refletir sobre tudo isto. Com certeza chegará o Dia em que todas essas coisas se cumprirão. Seja você também um participante da Glória de Cristo !!! Que o Espírito Santo de Deus fale mais em seu coração. Shalom !!!!

quinta-feira, 25 de março de 2010

JESUS CRISTO,O CORDEIRO DE DEUS (JO 1:29)


A Bíblia proclama ser a Palavra do único Deus verdadeiro. Somando-se às provas históricas, arqueológicas e científicas, há muitas provas nela mesma. Não existem tais evidências para outros “escritos sagrados”. A Bíblia foi escrita durante 1600 anos por quarenta profetas, a maior parte dos quais vivia em culturas diversas e em diferentes tempos da História. No entanto, nunca se contradizem, mas se complementam.
Quanto ao Corão, os islamitas têm de aceitar a palavra de Maomé, da mesma maneira que o Livro de Mórmon se apóia somente na palavra de Joseph Smith. Enquanto isso, cada profeta bíblico é confirmado por 39 outros profetas, e todos condenam as “escrituras” de outras religiões!
Seria difícil para um autor isolado evitar contradições ao lidar com um período da História tão longo e detalhado, envolvendo tantos indivíduos e nações, e cobrindo tal variedade de assuntos como a Bíblia faz. Quanto mais isso é verdade para quarenta profetas diferentes escrevendo a uma só voz, durante um período de muitos séculos! Portanto, só há uma explicação: inspiração divina.
Centenas de profecias declaradas séculos e até mesmo milhares de anos antes do seu cumprimento são a prova irrefutável que Deus oferece de Sua existência, e essas profecias identificam, sem deixar nenhuma dúvida, a Sua Palavra para a humanidade – uma prova que é absolutamente única da Bíblia. Ao mesmo tempo que confirmam que a Bíblia é a Palavra de Deus, as profecias bíblicas desenvolvem temas que são como fios de ouro tecidos através de todo o panorama bíblico.
Nas Nações Unidas e na liderança de muitas “religiões” ouve-se o insistente clamor por uma religião mundial. Na foto: grupo inter-religioso - ortodoxo russo, católico, copta, e budista no Cairo.
Um dos maiores temas é a Redenção: o único meio pelo qual um Deus santo pode perdoar de forma justa à Sua criatura, o homem, e reconciliá-lo consigo mesmo. A Bíblia denuncia todas as religiões deste mundo como inspiradas pelo “deus deste mundo” (Satanás) (1 Co 10.20; 2 Co 4.4). Todas elas ensinam que seu deus ou deuses podem ser satisfeitos por obras ou rituais religiosos. A Bíblia é única em declarar claramente que a salvação “é dom de Deus [um dom não pode ser merecido ou ganho com esforços]... “não por obras de justiça praticadas por nós mas segundo a Sua misericórdia Ele nos salvou” (Ef 2.8; Tt 3.5).
A Palavra de Deus não nos dá espaço para acomodação, diálogo ou compromisso. A verdade não concede nada ao erro e não tem nada a discutir com a mentira. No entanto, por vários anos a Igreja Católica Romana tem “dialogado” com hindus, budistas e islamitas, religiões que se opõem categoricamente à Bíblia (uma conferência católico-budista num monastério no Kentucky/EUA alegou ter achado paralelos entre o sofrimento de Cristo na cruz, as “Quatro Verdades Nobres de Buda” e a meditação budista (Los Angeles Times, 27 de julho de 1996). Como é possível existir tal confusão? A resposta é porque o catolicismo, como todas a religiões não-cristãs, desenvolveu há séculos atrás um sistema “cristão” de obras e sacramentos para a salvação. E por muitos anos, batistas e evangélicos (cujos antepassados saíram do catolicismo durante a Reforma) têm dialogado com a Igreja Católica Romana. Enquanto isso, nas Nações Unidas e na liderança de muitas “religiões” ouve-se o insistente clamor por uma religião mundial.
O cristianismo bíblico encontra-se sozinho na oposição ao ecumenismo que, finalmente, todas as religiões irão abraçar sob o Anticristo. O Evangelho está separado de todas as religiões pela declaração aberta de todos os profetas bíblicos de que, para que Deus perdoe pecados e reconcilie a humanidade consigo mesmo, a penalidade do pecado deve ser paga em sua totalidade. Essa penalidade é a morte (separação eterna de Deus, o doador e sustentador da vida) e foi pronunciada sobre toda a raça humana: “A alma que pecar, essa morrerá... porque o salário do pecado é a morte...” (Ez 18.20; Rm 6.23). Essa penalidade não pode ser colocada de lado nem pelo próprio Deus, que deu Sua palavra eterna. Mas Deus enviou o Seu Filho, que se tornou homem através do nascimento virginal, para sofrer em nosso lugar o castigo que Ele pronunciou sobre a humanidade.
A oferta do filho Isaque pelo pai Abraão num altar só tem significado no contexto da narrativa bíblica do Pai (Deus) oferecendo a Cristo (Filho) na cruz pelos pecados da humanidade.
O fato de que o pagamento pelo pecado só pode ser feito por uma vítima sem pecado é parte integral do tema da Redenção através de toda a Bíblia. Está claro que nenhum pecador pode pagar pelos seus próprios pecados: “O sacrifício dos perversos já é abominação” (Pv 21.27). A salvação só pode vir da graça de Deus em aplicar a morte de Cristo como pagamento pelos pecados da humanidade, àqueles que aceitam a salvação nos termos de Deus. Isso é visto nos sacrifícios de animais que os judeus tinham que oferecer. O fato de que esses sacrifícios tinham que ser repetidos muitas e muitas vezes provam que eles eram somente antecipações temporárias de um sacrifício verdadeiro, o qual Deus iria providenciar: “Ora, visto que a lei... nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, perpetuamente eles oferecem. Doutra sorte, não teriam cessado de ser oferecidos...?” (Hb 10.1-2).
Além do mais, desde o ano 70 d.C. até agora os judeus não têm tido a possibilidade de oferecer os sacrifícios que foram estabelecidos pelas instruções específicas da Torá (os cinco livros de Moisés). Esse fato implica conseqüências seríssimas, especialmente desde que a destruição do templo e o fim dos sacrifícios não aconteceu por acaso, mas pelo julgamento de Deus sobre a rebelião de Israel, como Seus profetas predisseram: “Porque os filhos de Israel ficarão por muitos dias sem rei, sem príncipe, sem sacrifício...” (Os 3.4). Jesus declarou que o controle gentio sobre Jerusalém continuaria até o Armagedom: “...até que os tempos dos gentios se completem, Jerusalém será pisada por eles” (Lc 21.24). Essa é uma profecia notável, ainda sendo cumprida.
Então, como podem os judeus (ou gentios) receber o perdão de Deus, sendo que os sacrifícios levíticos que Ele ordenou especificamente terminaram há quase 2000 anos, e ainda é impossível realizá-los hoje em dia? A resposta a essa questão é dada no tema que se estende por toda a Escritura.
O centro desse tema são as inúmeras referências a um cordeiro como sacrifício redentor pelo pecado. O primeiro sacrifício que Deus aceitou foi um cordeiro oferecido por Abel (Gn 4.2-4; Hb 11.4). Contudo, está claro desde o início que sacrifícios de animais eram somente uma figura de um sacrifício ainda por vir, o qual seria o único que realmente poderia fazer o pagamento completo pelos pecados, e isso por duas razões óbvias: (1) A vida animal nunca se igualou à vida humana. (2) Como já vimos, sacrifícios de animais tinham de ser repetidos provando que eles não podiam remover a culpa do pecado.
No entanto, as figuras proféticas do Velho Testamento apresentam pistas impressionantes. O oferecimento de Isaque por Abraão sobre um altar é um exemplo clássico. Os islamitas dizem que foi Ismael, não Isaque, o filho oferecido – uma óbvia mentira porque não combina com o Islã. Alá não é um pai, não tem filho; o Islã não tem sacrifício redentor e nega a morte de Cristo pelos pecados.
Isaías profetizou que o Messias seria o Cordeiro prometido, sacrificado pelos pecados do mundo: “o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos... como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca” (Is 53.6,7).
Entretanto, a ordem de Deus a Abraão de oferecer seu “único filho, Isaque” (Gn 22.2) tem um significado profético inegável em relação ao sacrifício bíblico do “Filho unigênito de Deus” (Jo 3.16). A oferta do filho Isaque pelo pai Abraão num altar só tem significado no contexto da narrativa bíblica do Pai (Deus) oferecendo a Cristo na cruz pelos pecados da humanidade. Também não poderia ser uma coincidência que o exato lugar onde Deus pediu que Abraão oferecesse seu filho tornou-se o local do templo judeu e seus sacrifícios. O Islã tenta roubar também isso, dizendo que foi do lugar onde “Ismael foi oferecido como sacrifício” que Maomé subiu ao céu.
O mistério parece se aprofundar na enigmática resposta de Abraão, “Deus proverá para si o cordeiro” (Gn 22.8), à pergunta feita por Isaque: “Onde está o cordeiro para a oferta?” (Gn 22.7). Deus mesmo seria o cordeiro sacrificial para a redenção humana? Será que Cristo se referiu a essa afirmação quando declarou: “Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o meu dia, viu-o e regozijou-se” (Jo 8.56)? Isaías revelou que o Messias vindouro seria o filho de Deus: “um Filho se nos deu” (Is 9.6) e também que Ele seria YAHWEH, chamado o “Deus de Israel” 203 vezes na Bíblia: “seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade” (Is 9.6). Uma criança nascida de uma virgem seria o Filho de Deus e ao mesmo tempo seria Deus? Sim. Como Jesus declarou: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30).
Isaías também profetizou que o Messias seria o Cordeiro prometido, sacrificado pelos pecados do mundo: “o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos... como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca” (Is 53.6,7). Não é de se admirar que João Batista, quando “viu... a Jesus, que vinha para ele, ...disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1.29,36). O intrincado relacionamento entre os escritos de tantos profetas é impressionante!
A figura profética mais completa do Cordeiro por vir se encontra na Páscoa. As detalhadas instruções já resolveram a controvérsia que é o “x” do problema no Oriente Médio, a respeito da terra que Deus prometeu a Abraão: “Dar-te-ei e à tua descendência... toda a terra de Canaã, [não existia um lugar chamado “Palestina”!] em possessão perpétua” (Gn 17.8). Ismael, porém, embora ilegítimo, era o primeiro filho de Abraão. Por isso os árabes clamam ser descendentes de Ismael, e dizem ser a “descendência” de Abraão a quem foi concedida a Terra Prometida. A Bíblia, ao contrário, diz claramente que os descendentes de Abraão através de Isaque e Jacó são a “descendência” e os verdadeiros herdeiros (Gn 17.19; 26.3,4; 28.13; 1 Cr 16.15-18, etc). De acordo com a Bíblia, o direito de posse que os árabes e muçulmanos dizem ter sobre essa terra tão disputada é uma fraude – no entanto, as Nações Unidas, a União Européia e os EUA, etc., aceitam-no como base para uma “paz” que desafia o Deus de Israel!
Os islâmicos dizem que a Bíblia foi mudada pelos judeus e cristãos. Isso não é verdade. O Deus da Bíblia define a descendência que herdará a terra tão claramente que qualquer “mudança” seria impossível: “...a tua posteridade [a qual herdará a terra] será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos... Na quarta geração, tornarão para aqui... (Gn 15.13-16).
A libertação de Israel aconteceu através do juízo de Deus na forma das dez pragas sobre o Egito. Na última foi requerido o sacrifício de um cordeiro por aqueles que quisessem escapar daquela terra amaldiçoada.
Os judeus, não os árabes, foram escravos no Egito por quatrocentos anos, daí trazidos na quarta geração para a terra de Canaã. Os árabes não entraram na “Palestina” até a invasão brutal no século VII, depois que os judeus já haviam se estabelecido ali por mais de 2000 anos. Isso é História irrefutável, provada pela Páscoa. A libertação de Israel aconteceu através do juízo de Deus na forma das dez pragas sobre o Egito. Na última foi requerido o sacrifício de um cordeiro por aqueles que quisessem escapar daquela terra amaldiçoada. Esse evento deveria ser comemorado para sempre com a refeição da Páscoa, introduzida naquela noite histórica: “Este dia vos será por memorial... Quando vossos filhos vos perguntarem: Que rito é este? Respondereis: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor... quando feriu os egípcios e livrou as nossas casas” (Êx 12.14,26-27).
Quem guarda a Páscoa? Não são os árabes! Só os judeus a guardam pelo mundo todo até o presente. Quando um evento testemunhado por muitas pessoas é comemorado imediatamente, de um modo especial e guardado para sempre, temos aí a prova de que aconteceu como foi instituído. A Páscoa comemorada anualmente prova a escravidão de Israel no Egito e a sua libertação, como a Bíblia declara, e também que os judeus são os herdeiros de Abraão, com direito de posse sobre aquela terra, com uma escritura que Deus assinou há 4000 anos.
Não-judeus não tem direito nem propósito em guardar a Páscoa judaica. No entanto, tem se tornado popular que cristãos gentios celebram o seder judeu. É verdade que o cordeiro pascal simboliza Cristo, o Cordeiro que Abraão disse a Isaque que Deus proveria – mas o mesmo acontece com cada oferta levítica. No entanto, os cristãos não as oferecem mais hoje em dia. Então, por que celebram a Páscoa? Ela comemora o livramento ancestral do Egito, do qual os gentios não têm parte.
Mas a “Última Ceia” não era a Páscoa, e Cristo não deu a ela um significado novo, dizendo que deveria ser celebrada continuamente até a Sua volta? Um significado novo? Impossível! A refeição da Páscoa, o cordeiro, tem um significado histórico envolvendo uma aliança eterna (Gn 17.7; 1 Cr 16.15-18, etc.) a respeito da Terra Prometida. Esse significado não pode ser mudado. Aos judeus (não aos gentios) é ordenado guardar a Páscoa para sempre (Êx 12.14). O próprio Cristo não poderia ter dado um “novo significado” para a Páscoa.
Além do mais, a Última Ceia não era a Páscoa. Ela ocorreu na noite “antes da Festa da Páscoa” (Jo 13.1) e sem um cordeiro. Na manhã seguinte os judeus ainda estavam se guardando purificados para que pudessem “comer a Páscoa” (Jo 18.28). Aquela tarde, quando Cristo estava sobre a cruz, era ainda a “parasceve pascal [preparação da Páscoa]” (Jo 19.14) – Os cordeiros ainda estavam sendo sacrificados para serem comidos na refeição da Páscoa naquela noite.
“Esta Páscoa” foi algo novo inaugurado por Cristo a ser comemorado com pão e vinho (em memória do Seu corpo partido e de Seu sangue derramado) por todos que crêem nEle (judeus e gentios). “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1 Co 11.26).
Mas Jesus não disse: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento” (Lc 22.15)? Sim, mas “esta Páscoa” não é a mesma com o cordeiro assado guardada somente pelos judeus em memória da libertação do Egito. “Esta Páscoa” foi algo novo inaugurado por Cristo a ser comemorado com pão e vinho (em memória do Seu corpo partido e de Seu sangue derramado) por todos que crêem nEle (judeus e gentios). Por que, então, Jesus chamou essa nova instituição de Páscoa? Porque como Israel foi libertado do Egito pela morte de um cordeiro, assim ela comemora a libertação, dos que crêem, do pecado, do mundo pecaminoso e do julgamento por vir, através do verdadeiro “Cordeiro de Deus”: “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1 Co 11.26). Paulo disse: “Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado” (1 Co 5.7).
Se os sacrifícios de animais não poderiam pagar pelo pecado, qual era o seu propósito? Eles eram ilustrações físicas da verdade espiritual, além da nossa presente compreensão. Cristo continuamente usou ilustrações físicas para explicar verdades espirituais: (“beber a água que Eu lhe der... Eu sou a videira verdadeira... a porta... o pão da vida... a não ser que coma a minha carne e beba o meu sangue...” etc.). Nós fazemos o mesmo hoje. Por exemplo, cantamos hinos a respeito de sermos “lavados no sangue do Cordeiro”, mas não estamos falando literalmente.
Erros profundos ocorrem quando símbolos são tomados como substância, tais como a hóstia que é aceita como o verdadeiro corpo de Cristo. Seria como se precisássemos comer páginas da própria Bíblia de maneira que pudéssemos nos “alimentar da Palavra de Deus” (Dt 8.3; Jr 15.16; 1 Pe 5.2, etc.). O significado por trás do cordeiro do sacrifício vai muito além dos nossos mais altos pensamentos. Na visão de João foi dito a ele que “o Leão da tribo de Judá... prevaleceu para abrir o livro”. Virando-se para ver o “Leão” ele viu “um Cordeiro como tendo sido morto” (Ap 5.5-6). Como pode um leão poderoso aparecer como um cordeiro que acaba de ser morto? E de que maneira poderia Cristo ser visto como tal no céu? Da cidade celestial sabemos que “o Cordeiro é a sua lâmpada” (Ap 21.23). A Bíblia termina referindo-se ao trono eterno de Deus e do Cordeiro (Ap 22.1,3).
Somente podemos nos prostar maravilhados e gratos, regozijando-nos porque um dia iremos nos juntar aos redimidos em volta do trono, entoando o coro eterno: “Digno é o Cordeiro que foi morto” (Ap 5.12). Finalmente O veremos como Ele é (1 Jo 3.2) e compreenderemos totalmente, tendo sido transformados em Sua imagem por toda a eternidade! (Dave Hunt - TBC - http://www.chamada.com.br/)Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, abril de 2007

sexta-feira, 19 de março de 2010

REFLITA E RECEBA JESUS EM SUA VIDA !!!


Profecias:
Por que Jesus derramou Seu sangue na cruz?
"Porque a vida da carne está no sangue. Eu vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pela vossa alma, porquanto é o sangue que fará expiação [um sacrifício que paga a culpa] em virtude da vida" (Levítico 17.11).
"Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão [perdão dos pecados]" (Hebreus 9.22).
Por que a crucificação foi tão traumática?
"Certamente, Ele [Jesus] tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre Si; e nós O reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões [pecados] e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados" (Isaías 53.4-5).
De quem foram os pecados que pregaram Jesus na cruz?
"Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre Ele a iniqüidade [pecado] de nós todos" (Isaías 53.6).
A morte brutal de Cristo foi profetizada?
"Como pasmaram muitos à vista dEle [Jesus] (pois o Seu aspecto estava mui desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a Sua aparência, mais do que a dos outros filhos dos homens)" (Isaías 52.14).


Obediência:
Por que a crucificação de Cristo foi necessária?
"E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado [na cruz], para que todo o que nEle crê tenha a vida eterna" (João 3.14-15).
O que Jesus quis dizer ao clamar "Está consumado!"?
"Quando, porém, veio Cristo como Sumo Sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo [templo], não feito por mãos, quer dizer, não desta criação, não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo Seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção" (Hebreus 9.11-12).
Jesus é o único caminho para Deus?
"Respondeu-lhe Jesus. Eu Sou o Caminho, e a vVerdade, e a Vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim" (João 14.6).
O que Deus pensou da crucificação do Seu Filho?
"Todavia, ao SENHOR agradou moê-Lo, fazendo-O enfermar; quando der Ele a Sua alma como oferta pelo pecado, verá a Sua posteridade e prolongará os Seus dias; e a vontade do SENHOR prosperará nas Suas mãos" (Isaías 53.10).


Perdão:
Qual foi o resultado do derramamento do sangue de Jesus?
"No qual [em Jesus] temos a redenção [resgate da culpa do pecado], pelo Seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da Sua Graça" (Efésios 1.7).


Por que a crucificação de Cristo é importante?
"Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o Justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito" (1 Pedro 3.18).
O sacrifício individual de Cristo é suficiente?
"E Ele [Jesus] é a propiciação [satisfação da justiça de Deus] pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro" (1 João 2.2).
O sacrifício de Cristo deve ser repetido?
"Assim também Cristo, tendo-Se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que O aguardam para a Salvação" (Hebreus 9.28).
Por que a cruz provoca divisões?
"Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus" (1 Coríntios 1.18).


Sua resposta:
Qual será a sua decisão em relação a Jesus?
Essa é uma pergunta que apenas você pode responder. Deus lhe dá o privilégio de conhecer Seu plano completo de salvação. Ele lhe oferece a vida eterna através daquilo que Jesus Cristo fez por você: Ele morreu [pelos seus pecados], foi sepultado e ressuscitou [para lhe dar nova vida]. Você admite humilde e submissamente diante de Deus que necessita de Jesus Cristo em sua vida?
"Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhE deu o Nome que está acima de todo nome, para que ao Nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai" (Filipenses 2.9-11).


Como você pode responder a Jesus?
Volte (arrependa-se): "Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados" (Atos 3.19).
Confie (creia): "Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa" (Atos 16.31).
Receba (obedeça): "Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no Seu Nome" (João 1.12).

sexta-feira, 12 de março de 2010

A CRUZ E A COROA DE CRISTO !!!


Texto base: Mt. 27:29; Mc. 15:17; Jo. 19:2-5.

Os espinhos simbolizam, não o pecado, mas sim, as conseqüência dele. Em Gn 3:17-18, lemos que a Terra produziu espinhos como conseqüência da desobediência de Adão e Eva.
Em Nm 33:51- 56, lemos que Deus ordenou aos israelitas expulsarem os cananeus da Terra Prometida. Se eles não os expulsassem, os cananeus seriam como espinhos nos olhos deles. Novamente vemos os espinhos como conseqüência de um ato de desobediência. Eles tinham que purificar a Terra para que pudessem viver bem, mas não fizeram.
Os perversos sofrem com os espinhos (Pv 22:5). Quem é obediente guarda a sua alma. Devemos vigiar e orar, nos guardarmos do pecado. Buscar a santificação. Só assim para os espinhos nos abandonarem.
Como está a sua vida? Você tem obedecido a Deus? Santificar-se não é uma opção, é uma necessidade.
A desobediência resulta em espinhos (Mt 7:16). Se os espinhos são os frutos do pecado, não seria a coroa de espinhos na cabeça de Jesus, um símbolo de nosso pecado perfurando o coração dEle?
Jesus era santo, não cometeu pecado, mas apelou como um pecador ao Pai celestial (Mt 27:46). Jesus gritou :“Meu Deus, Meu Deus, porque me abandonaste?” Também pode significar “porque se afastaste de mim?” ou “porque se retiraste”. Ele estava com todo o pecado da humanidade sobre ele (Is 53:5). Nossos pecados feriram Jesus. Ele tornou-se em pecado por nós. Por mim e por você.
Jesus trocou a coroa celestial pela coroa de espinhos por causa de você! Jesus usou uma coroa de espinhos para que você pudesse usar a coroa da glória (I Pe 5:4), a coroa da vida (Tg 1:12) e a coroa da justiça (II Tm 4:8).
Jesus nos diz: “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida”. Ap 2:10.

terça-feira, 9 de março de 2010

LIVRO DE DANIEL : APOCALÍPSE DO A.T


Correlação:
Há correlação entre o discurso do Monte das Oliveiras e a seção de Juízos do Livro do Apocalipse (capítulos 4-19) com as divisões estruturais da 70ª Semana de Daniel no Antigo Testamento. Lembre que essa “Semana” profética representa "Sete Anos".


Primeira Metade da Semana (Dn 9:27a ) ==> Início das "Dores de Parto" .

Ap 4-6 ==>Juízo dos Selos :
Mt 24.4-14; Mc 13.4-13; Lc 21.8-19 ==>Sinais preliminares.


Segunda Metade da Semana (Dn 9:29b) ==>Eventos principais.
Ap 7-13 ==>Juízos das Trombetas:
Mt 24.15; Mc 13.14-23; Lc 21.20-24 ==> O abominável da desolação .


Conclusão da Semana (Dn 9:27b) ==> Dores de Parto finais .

Ap 14-19==> Juízos das Taças:
Mt 24.29-31; Mc 13.24-27; Lc 21.25-28 ==> A parousia (“presença física”) e o encerramento dos tempos finais.

segunda-feira, 8 de março de 2010

"A DECLARAÇÃO DE BALFOUR"


A Declaração de Balfour é uma carta escrita em 2 de novembro de 1917 pelo então secretario britânico dos Assuntos Estrangeiros, Arthur James Balfour, enviado ao Lord Rothschild sobre sua vontade de conceder ao povo judeu uma facilitação de povoação da Terra de Israel caso a Inglaterra conseguisse derrotar o Império Otomano, que, até então, dominava aquela região.


A carta destinada ao Lord Rothschild, presidente na British Zionist Federation foi escrita usando-se os seguintes termos:

"Caro Lord Rothschild,
"Tenho o grande prazer de endereçar a V. Sa., em nome do governo de Sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia quanto às aspirações sionistas, declaração submetida ao gabinente e por ele aprovada:
`O governo de Sua Majestade encara favoravelmente o estabelecimento, na Palestina, de um Lar Nacional para o Povo Judeu, e empregará todos os seus esforços no sentido de facilitar a realização desse objetivo, entendendo-se claramente que nada será feito que possa atentar contra os direitos civis e religiosos das coletividades não-judaicas existentes na Palestina, nem contra os direitos e o estatuto político de que gozam os judeus em qualquer outro país.´
"Desde já, declaro-me extremamente grato a V. Sa. pela gentileza de encaminhar esta declaração ao conhecimento da Federação Sionista.
"Arthur James Balfour."
A França e a Itália, aliadas de Londres na Primeira Guerra Mundial ratificam espontaneamente a Declaração de Balfour, prevenindo-se de deixar o Oriente sob administração exclusiva do Império Britânico.

Os Estados Unidos aprovaram-na em agosto de 1918.

domingo, 7 de março de 2010

MEU COMPROMISSO DE AMOR A JESUS !!!




"Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda esse é o que Me ama; e aquele que Me ama será amado de Meu Pai, e Eu o amarei, e Me manifestarei a ele." (João 14:21)

1) Deus busca por adoradores que tem responsabilidade, que assuma compromisso com Ele.

•Na conversa com a mulher samaritana, Jesus disse que Deus busca por adoradores repensáveis e fiéis...
•Pessoas que adorem ao Pai em Espírito e em verdade.

2) Crentes com um compromisso, responsável.

3) Vivemos uma crise de compromisso

•Na verdade vivemos uma crise de caráter ampla, geral e irrestrita.
•As pessoas estão preferindo pagar multas a cumprir contrato...
•E isso tem acontecido em todos os lugares, atletas, empresas, prestadores de serviço, políticos, cônjuges e até os membros de igreja.

4) É hora dos crentes pensarem mais sobre seu compromisso com Deus e assumirem uma postura mais séria.

5) Mas para isso alguns ingredientes raros precisam ser introduzidos.


PARA UMA POSTURA MAIS SÉRIA DIANTE DE DEUS OS CRENTES PRECISAM:

A - Conhecer os mandamentos =>"Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda esse é o que Me ama."
1) Temos um grande problema sempre que vamos assinar contrato.
a) Geralmente eles são longos e com letras bem pequenas.


2) Jesus fala de termos os Seus mandamentos; não no sentido de os ter em casa, na gaveta, mas ter no sentido de ter no conhecimento, tê-los na mente e coração.
a) Conhecer o significado e sua aplicação prática é fundamental.


3) Precisamos conhecer mais que a letra; precisamos conhecer o Espírito ( II Co 3:6).
O qual nos fez também capazes de ser ministros de um Novo Testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata e o Espírito vivifica.

B - Obedecer aos mandamentos ==> "Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda esse é o que Me ama."
1) Guardar os mandamentos é sinal de compromisso e submissão.


2) Jesus nos mandou amar. Ele declara que Seus mandamentos são mandamentos de amor.
a) Amar a Deus e amar a si mesmo e amar ao próximo.
b) Amar é a forma segura de obedecer a Jesus.


3) Amar é uma atitude concreta de abrir mão de si mesmo para dar a outro o nosso melhor.
a) O amor lança fora a inveja, o egoísmo, o orgulho...
b) O amor não busca, o amor dá.
c) Quem ama Jesus se dá para Jesus.


4) Nosso compromisso com Deus é de amá-Lo de todo coração, alma e mente...
a) Servi-Lo sempre pelo que Ele é.
b) Adorá-Lo pelos Seus atributos (qualidades).
c) Honrá-Lo em todas as circunstâncias.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

EVANGELIZAR AS CRIANÇAS !!!





Quando falar de Jesus para as crianças e como praticar o
ensino bíblico de acordo com a idade da criança.

Idade da criança:

Alguns pensam que somente devemos falar de Jesus para as crianças quando elas já sabem o que é certo e o que é errado.
Ou seja, quando entram na chamada “idade da consciência”.
Outros entendem que o homem tem que saber, desde pequeno, que é um pecador.

Quando falar de Jesus para as crianças?

Parece-nos que o melhor é apresentar Jesus às crianças o mais cedo possível.
Tomando-se, no entanto, o devido cuidado no modo de apresentar-lhes o ensino bíblico, que deverá levar em conta a idade da criança.
Na fase inicial da vida não há necessidade de falarmos de pecado e de culpa para as crianças.
Mas, sim, devemos encher o seu coração da presença de Deus através do ensino bíblico, de louvores e de oração.
Isto vai ajudá-las a permanecerem com o coração limpo e o temor a Deus.

O que Jesus disse sobre as crianças?

A respeito das crianças, Jesus mesmo disse:
"...dos tais é o Reino de Deus" (Marcos 10:14).

Jesus Cristo, o Salvador de todas as pessoas !

Quando a idade da criança permitir que ela entenda o que é certo e o que é errado, então ela saberá quando desobedeceu a Deus.
Ela também poderá compreender que Cristo morreu por ela.
E que os seus pecados podem ser perdoados, crendo em Jesus e O aceitando como seu Salvador.

Primeiro em casa :

Os pais devem falar de Jesus a seus filhos desde cedo.
Contar histórias da Bíblia, cantar e orar juntos.
Veja o que Deus ordenou à nação de Israel, por meio de Moisés:
“E estas Palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te”
(Deuteronômio 6:6-7).

domingo, 21 de fevereiro de 2010

EZEQUIEL : UM ATALAIA DE DEUS !!!


Escritor: Ezequiel
Tema:O Juízo e a Glória de Deus

Contexto Histórico

O “Livro de Ezequiel” foi escrito para os israelitas que viviam no cativeiro babilônico. Antes do exílio era costume do povo adorar a Deus no templo de Jerusalém. O exílio trouxe, então importantes questões teológicas. Como, perguntavam os israelitas, eles poderiam adorar a Deus estando agora em uma terra tão distante? Deus ainda estaria pronto a ouví-los? Ezequiel responde a esta questão. Ele primeiro explica que o exílio de Israel era uma punição pela desobediência e oferece esperança aos exilados, sugerindo que o exílio teria fim assim que Israel retornasse à Deus.

Diferentemente de seus ancestrais, que foram feitos escravos e marginalizados socialmente enquanto estiveram no exílio egípcio, os judeus contemporâneos de Ezequiel podiam participar da sociedade em que se encontravam. Os israelitas haviam sido advertidos por Jeremias a não adorar a nenhum dos deuses locais, mas Jeremias permitira que participassem da cultura babilônica. E assim realmente o fizeram, tendo sido freqüentemente chamados pelos babilônicos para completar projetos usando suas habilidades de artersãos. Ao contrário de outros inimigos, os babilônicos permitiram aos judeus permanecessem em pequenos grupos. Enquanto mantinham sua religião e sua identidade como nação muitos deles começaram a estabelecer sua vida no exílio. Assim, construiram casas e estabeleceram pontos comerciais, demonstrando que estavam se preparando para uma longa permanência naquele lugar.

O conforto cada vez maior na Babilônia ajuda a explicar a decisão de tantos judeus em não voltar para a sua própria terra. Aqueles que já nasceram em solo babilônico nada conheciam sobre a terra de seus pais, então, quando surgiu a oportunidade de recobrarem a terra que lhes havia sido tomada, muitos decidiram permanecer na Babilônia que já conheciam. Este grande grupo é conhecido como a mais antiga Diáspora na Pérsia.

Biografia:

O livro de Ezequiel traz apenas alguns detalhes a respeito do próprio Ezequiel. Seu nome é citado apenas duas vezes em todo o livro: 2:3 e 24:24. Ezequiel é um pastor, filho de Buzi (“meu desprezo”), e seu nome significa “Deus fortalece”. Ele foi um dos israelitas exilados, que se estabeleceram em Tel-Abibe, junto ao rio Quebar, na terra dos Caldeus. Este lugar não é o mesmo da moderna cidade de Tel Aviv, apesar do nome parecido. Provavelmente Ezequiel foi levado cativo junto de Joaquim (1:2; II Reis 24:14-16) por volta de 597 a.C.

Conteúdo:

O primeiro capítulo do Livro de Ezequiel é uma descrição da visão que teve Ezequiel com o Senhor, que apareceu a ele em uma tempestade, a partir da qual também viu 4 criaturas viventes, cada uma com 4 faces e 4 asas. Além dos seres viventes Ezequiel também descreve em detalhes 4 rodas brilhantes e cheias de olhos, que se moviam de acordo com os seres viventes. Após esta introdução encontram-se três seções distintas:

1.Julgamento de Israel – Ezequiel faz uma série de denúncias contra o povo judeu, alertando-os sobre a certa destruição de Jerusalém, ao contrário do que diziam os falsos profetas. Os atos simbólicos pelos quais as fronteiras de Jerusalém seriam reduzidas, descritos nos capítulos 4 e 5, demonstram seu íntimo conhecimento a respeito da legislação Levítica.

2.Profecias contra várias nações vizinhas: contra os Amonitas, contra os Moabitas, contra os Edomitas, contra os Filisteus, contra Tiro e contra Sidom.

3.Profecias entregues após a destruição de Jerusalém por Nabucodonosor II: o triunfo de Israel e do Reino de Deus na terra; Tempos Messiânicos e o estabelecimento da prosperidade do Reino de Deus.


Interpretação:

Ezequiel dedica grande parte do tempo predizendo a restauração de Israel como nação e para Deus. Enquanto Ezequiel escrevia, os judeus estavam em cativeiro e sua nação, Judá, havia sido destruída pelo Rei Nabucodonosor. Deste modo, as profecias de Ezequiel garantiam aos judeus de que, apesar de estarem exilados e debaixo de humilhação, eles voltariam para sua terra permanentemente.

O capítulo 36 fala acerca do retorno à terra e da prosperidade do novo país. O capítulo 37 contém a visão do “Vale de ossos secos”, onde Deus promete restaurar a vida a Israel. Finalmente no capítulo, uma promessa é feita em que Israel seria unido como uma nação e estabelecido para sempre (Ez 37:21-22).

Os capítulos 38 e 39 predizem uma invasão que iria ocorrer após o retorno dos judeus para sua terra, chamada “Batalha de Gogue e Magogue”, onde Deus iria intervir diretamente para proteger Israel de seus inimigos.



Conexões com outros livros da Bíblia:

Alguns trechos encontrados no livro de Ezequiel são referenciados pelo Apocalipse: Ezequiel 38 ==> Apocalipse 20:8; Ezequiel 47:1-8 ==> Apocalipse 22:1,2

Outras referências a Ezequiel podem ser encontradas também no Novo Testamento: Ezequiel 36:22 ==> Romanos 2:24; Ezequiel 20:11 ==> Romanos 10:5, Gálatas 3:12; Ezequiel 12:22 ==> 2 Pedro 3:4.

Também há referências de Ezequiel ao Pentateuco: Ezequiel 27; 28:13; 31:8; 36:11, 34; 47:13, etc.

Além disso, várias outras vezes o escritor se mostra conhecedor do livro de Oséias (Ezequiel 37:22), Isaías (Ezequiel 8:12; 29:6), e especialmente de Jeremias, (Je 24:7, 9; 48:37).

De acordo com tradicionalistas, Ezequiel 14:14 se refere a Daniel, quatorze anos antes de sua deportação de Jerusalém e Ezequiel 28:3 menciona o mesmo Daniel novamente como sendo uma referência de sabedoria. Em apoio a esta interpretação os tradicionalistas notam que o nome de Daniel aparece no livro de Ezequiel entre os nomes de Noé e Jó, outros dois grandes personagens bíblicos.

Em oposição outros comentaristas discordam, afirmando que um outro “Daniel” também apareceria em textos antigos escritos em ugarítico e que o livro de Daniel foi escrito apenas séculos mais tarde.


Datas importantes:

O livro de Ezequiel pode ser datado com base nos seus relatos sobre o Rei Joaquim e de outros eventos que descreve.

De acordo com este sistema, Ezequiel foi originalmente escrito nos 22 anos compreendidos entre 593 e 571 a.C. A tabela abaixo lista os eventos encontrados em Ezequiel e suas datas:

Datas do Livro de Ezequiel:

a)Visão dos quatro seres viventes 1:1-3 593 a.C.
b)Chamado para ser um atalaia 3:16 593 a.C.
c)Visão do Templo 8:1 592 a.C.
d)Encontro com os anciãos de Israel 20:1 591 a.C.
e)Segunda batalha de Jerusalém 24:1 589 a.C.
f)Julgamento de Tiro 26:1 587 a.C.
g)Julgamento do Egito 29:1 588 a.C.
h)Julgamento do Egito 29:17 571 a.C.
i)Julgamento do Egito 30:20 587 a.C.
j)Julgamento do Egito 31:1 587 a.C.
l)Lamentação sobre Faraó 32:1 586 a.C.
m)Lamentação sobre o Egito 32:17 586 a.C.
n)Queda de Jerusalém 33:21 586 a.C.
o)Visão do Novo Templo 40:1 573 a.C.

No quinto dia, do quarto mês, no quinto ano do seu exílio, às margens do Rio Quebar, contemplou a Glória do Senhor que o consagrou como profeta. A última data deste livro é o primeiro dia do primeiro mês do vigésimo sétimo ano do seu exílio. Conseqüentemente, suas profecias estenderam-se por 22 anos.

Os anciãos no exílio visitaram-no repetidas vezes para obter respostas da parte de Deus. Ezequiel não exerceu influência permanente sobre seus contemporâneos, entretanto, várias vezes chamou a “casa rebelde” (2:5, 6, 8; 3:9, 26, 27; entre outros), queixando-se de que reuniam-se para ouvir suas palavras e que falhavam ao colocá-las em prática. Se a data enigmática, “o trigésimo ano” for entendida como idade do profeta, Ezequiel nasceu exatamente no momento da reforma dos rituais introduzida por Josias. Nada se sabe a respeito de sua morte.

Teve uma casa no exílio, em Tel-Abibe, onde perdeu sua esposa, no nono ano de seu exílio, de forma súbita, após ter sido avisado por Deus (8:1; 24:18).


Bíblia cedida pela Bíblia Online.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

TEOLOGIA BÍBLICA DE MISSÕES !!!




MOTIVAÇÃO
A humilhação, a obediência e posterior exaltação do Filho de Deus
Filipenses 2:5-11

MODELO
A missionária Igreja de Filadélfia
Apocalipse 3:7-13

EXEMPLO
Os crentes macedônios de Filipos, Tessalônica e Beréia
2 Corintios 8:1-5

PADRÃO
Andar no mundo exercendo a função do sal e da luz
Mateus 5:13-16

DESAFIO
Testemunhar, fazer discípulos e estabelecer igrejas locais
Atos 1:8; João 20:21; Mateus 28:18-20; Marcos 16:15; Lucas 24:46-48; Atos 14:21-23

ALVO
Apresentar perante o Cordeiro o resuldado do penoso trabalho de sua alma
Apocalipse 5:6-10; Isaías 53:11

I. Desde o princípio, vemos na Bíblia o plano da salvação de Deus revelado.

1. Seu plano foi comunicado para:

a) Adão e Eva (Gênesis 3:15); Sete e seus descendentes (Enos 4:25, Enoque 5:22, etc.);
b) Noé, Sem e seus descendentes (Gênesis 5:29; 7:1,13,16; 8:21,22);
c) Abraão (Gênesis 12:1-3; 22:18);
d) Isaque (Gênesis 26:4);
e) Jacó (Gênesis 28:14); as doze tribos e seus descendentes, (Gênesis 49:10; Deuteronômio 18:15-19).
f) Através dos registros bíblicos: na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos (Lucas 24:44)
Há apenas um único Deus vivo e verdadeiro, o Criador dos céus e da terra, o Senhor das nações.
Cerca de 4.000 anos atrás Ele chamou a Abraão e fez uma aliança com ele, prometendo não apenas abençoá-lo, mas também abençoar, através de sua descendência, todas as famílias da terra (Gênesis 12:1-4).
Da descendência de Abraão, que são os israelitas, temos o Ungido, o Messias (Mashiach), o Cristo, que é Jesus (Yeshua). Através de quem todas as nações estão sendo abençoadas.
Este texto bíblico é uma das pedras fundamentais da tarefa missionária. Pela fé, nascemos para Deus e nos tornamos filhos espirituais de Abraão. E também passamos a ter responsabilidade espiritual para com a humanidade. (Gálatas 3:6-9; 15-16,22; 4;28-29; 2Coríntios 5:18-6:1-3)
Os profetas do Antigo testamento profetizaram como Deus faria deste Ungido o herdeiro e a luz das nações. Salmos 2:8; Isaías 42:6; 49:6)

2. Sua salvação foi testemunhada a pessoas e povos, pelos hebreus, nos tempos antigos, conforme os escritos bíblicos:

a) José no Egito: perante Potifar, o carcereiro, o eunuco de Faraó; e o próprio Faraó (Gênesis 39:2,9,21,23; 41:16,25,28,32,38);
b) Na conquista de Canaã: os sinais e maravilhas de Deus proclamaram seu poder ao povo cananeu (Josué 4: 23-24);
c) A salvação de Raabe e sua família: foi um testemunho de que o povo cananeu ouviu do Deus de Abraão (Josué 6:22,23-25);
d) A família de Elimeleque: serviu de testemunha ao povo de Moabe; Rute, a moabita, foi salva (Rute 1:16-17).
e) Salomão: faz oração para que os povos (os gentios, os estrangeiros) temessem a Deus (I Reis 8:41-43);
f) Deus respondeu sua oração, trazendo a rainha de Sabá a Israel e salvando-a (I Reis 10:1,3,8-9; Mateus 12:42);
g) Deus enviou Jonas, um profeta, aos ninivitas e muitos foram salvos (Jonas 3:10-11; Mateus 12:41)
h) Daniel, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foram levados aos babilônios, e o nome de Deus foi exaltado entre eles e também entre os medos (Daniel 3;17,29; 6:5,10,14, 16, 20, 26)
i)Esdras, Neemias e Ester foram testemunha aos persas (Esdras 1:1-3; Ester 10:1-3)

3. Seu plano foi explicado nos escritos bíblicos, depois da vinda do Messias:

a) Os povos (os gentios) devem obter a fé do crente Abraão (Gálatas 3:8,9);
b) A bênção da salvação deve alcançar as pessoas em Cristo, o descendente de Abraão (Gálatas 3:14,16);
c) A fim de que os que creem, façam parte da descendência espiritual do crente Abraão (Gálatas 3:29).

4. Seu plano foi executado satisfatoriamente:

a) No tempo certo Deus enviou seu Filho, para cumprir a promessa (Gálatas 4:4; Isaías 7:14; Mateus 1:22-23; João 19;30);
b) O Senhor Jesus realizou a salvação preparada por Deus desde a fundação do mundo (João 19;30; 1Coríntios 15:3-4; Hebreus 10:9-10).
Apesar de mostrar que sua missão especial seria às ovelhas perdidas da casa de Israel, ainda que por breve tempo, por que Israel deveria ouvir primeiro, (Mateus 10:6 e 15:24) ele abençoou a muitos gentios em seu ministério:
- Ao homem de Gadara (Mateus 8:28-340).
- À mulher de Samaria e muitos samaritamos (João 4).
- Dos dez leprosos que foram curados, o que voltou para agradecer era estrangeiro, também samaritano (Lucas 17:16).
- A mulher cananéia foi elogiada, pela sua grande fé, e sua filha foi curada (Mateus 15:21-28).
- É provável que o centurião, cujo servo foi curado, era romano (Mateus 8:10).
- Possivelmente, os gregos que queriam ver Jesus fossem prosélitos ou estrangeiros interessados em conhecê-lo. (João 12:20-32)
Nesta passagem de João 12, lemos do desejo do Senhor de atrair muitos a si e ver a extensão de sua obra salvadora alcançando a muitos. Ele ainda falou que o sangue do Cordeiro seria derramada a favor de muitos (Marcos 10:45; 14:24).
E que "muitos virão do Oriente e do Ocidente...do Norte e do Sul... e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus..." (Mateus 8:11; Lucas 13:29)
Quando expulsou os que vendiam no templo (Marcos 11:17 e Jeremias 7:11) citou Isaías 56;7 "...A minha casa será chamada casa de oração para todas as nações"

II. A Grande Comissão do Senhor Jesus expressa cinco vezes, nos Evangelho e nos Atos dos Apóstolos, determina o propósito e a extensão da obra redentora de Deus:

1. A todos os povos (Lucas 24:46-47; Marcos 16:15; João 20:21);
2. Em todos os lugares (Atos 1:8; Lucas 24:46-47);
3. Em todo tempo - "até à consumação do século." (Mateus 28:18-20).

III. Qual a tarefa primordial da igreja baseado nestes trechos bíblicos, anteriormente citados, e em Atos 2:37-41?

IV. Como se pode realizar a Grande Comissão do Senhor Jesus, de acordo com Mateus 28:18-20? Quais os passos?

V. Qual a tarefa principal de Paulo como missionário?
(Atos 13:4-5; 14:1,6,21,25-27; 26:16-18).

Podemos concluir que há razões bíblicas suficientes para não negligenciarmos a tarefa de tão grande interesse de Deus:
- Que o evangelho seja pregado, pessoas sejam salvas e igrejas sejam estabelecidas.
- Simultaneamente, em todo lugar, a cada pessoa, em todo tempo.
Desde o princípio, a graça de Deus tem se manifestado salvadora. Deus tem providenciado os meios e os instrumentos. Ele mesmo realizou a salvação (1Coríntios 15:3-4). Tem revelado o caminho, (João 14:6) e tem feito o convite. (Isaías 1:18; 48:16-17; 49:1-7; 53; 55:3,6; 61:1-2; Romanos 1:16-32; Apocalipse 22:6-21)

"O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida.
Aquele que dá testemunho destas cousas diz: Certamente, venho sem demora. Amém. Vem, Senhor Jesus!"
Mas o mesmo que convida, também adverte: (Apocalipse 22:10-16)
Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo.
Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se.
E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras.
Eu Sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim.
Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras [no sangue do Cordeiro], para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas.
Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira.
Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas cousas às igrejas. Eu Sou a Raiz e a Geração de Davi, a Brilhante Estrela da manhã.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A FÉ DE TOMÉ (Jo 20:24-29) !!!


Não sei, mas talvez você esteja pensando se eu não errei feio no título desse texto. “A FÉ de Tomé?! Mas este não foi aquele discípulo incrédulo que duvidou da ressurreição de Jesus?!”, alguém poderia indagar. Bem, esse é o Tomé que convencionalmente nos é apresentado. Porém, esta descrição é, no mínimo, injusta com o apóstolo e desonesta com o relato de João. Ao ler o texto joanino com um pouco mais de atenção, podemos perceber o quanto Tomé se parecia com os demais discípulos, e o quanto somos parecidos com ele.

Tomé era um discípulo leal, mas um tanto pessimista (11.16). Ele, assim como os demais discípulos, ainda experimentava a tristeza da perda de seu Mestre. A diferença era que Tomé era do tipo que preferia ficar sozinho com seus pesares a encontrar o consolo de companhias. Talvez por isso ele estava ausente quando o Senhor aparecera pela primeira vez aos seus companheiros (v. 24). Ademais, Tomé não era daqueles que se deixam persuadir tão facilmente. Quando os outros lhe contaram a boa nova da ressurreição de Jesus, atestada por Sua aparição, ele não pôde acreditar. Talvez, Tomé, de algum modo, estivesse consciente do grande poder da imaginação. Seus amigos poderiam ter sido iludidos pelo desejo de rever o Mestre. Ele sabia do que a imaginação é capaz. Então, responde-lhes com as palavras que lhe renderam seu epitáfio: “Se eu não vir o sinal dos cravos em Suas mãos, e não puser ali o dedo, e não puser a mão no Seu lado, de maneira nenhuma o crerei” (v. 25).

Para surpresa de todos, oito dias após a primeira aparição, no domingo seguinte, o Jesus ressurreto se apresenta novamente aos discípulos – desta vez Tomé estava entre eles. A saudação do Mestre é semelhante à da primeira vez. Porém, agora, Ele tem uma palavra especial a um dos presentes. Ele se dirige a Tomé, e diz: “traz o teu dedo aqui e vê as Minhas mãos; e traz a tua mão e coloca no Meu lado, e não seja incrédulo, mas crente” (v. 27). Tomé, ao ver e ouvir o Mestre, sem dar um passo sequer à frente, exclama: “Senhor meu e Deus meu!” (v. 28).

Quero destacar algumas verdades neste ponto.


Primeiro, a dúvida de Tomé não era maior que a dos outros. Crucificamos Tomé e o malhamos como o “discípulo incrédulo”, assim como crucificamos e malhamos a Pedro como o “discípulo que negou a Jesus”, e prosseguimos em nosso costume de apontar o dedo aos demais servos de Deus que vacilaram e pecaram. Esse costume é, em parte, uma conseqüência da facilidade que o ser humano possui de identificar o pecado no outro a expensas de enxergá-lo onde mais lhe seria benéfico, a saber, nele mesmo. Colocamos uma lupa de aumento sobre o pecado do próximo, ao mesmo tempo em que somos míopes quanto aos nossos próprios pecados.

Perceba que Tomé não foi mais incrédulo que os demais discípulos. Estes acreditaram na ressurreição de Jesus antes de Tomé somente por terem-nO visto primeiro. Se Tomé estivesse com eles naquele primeiro domingo (v. 19, 24), sua dúvida ter-se-ia dissolvida juntamente com a deles. Em um sentido, Tomé foi apenas o porta-voz da incredulidade de todos os discípulos.

Segundo, ao contrário do que se pensa, a fé de Tomé foi além da fé dos demais discípulos. Aproximemo-nos do texto para ver o que aconteceu naquela sala.

Observe que Tomé dissera anteriormente que só acreditaria na ressurreição de Jesus se tocasse o Seu corpo ressurreto (v. 25). Porém, não foi preciso nem mesmo tocar para que sua fé desabrochasse. O que Jesus lhe declarou foi suficiente para lhe revelar que o Mestre estava presente no momento em que Tomé conversava com os outros discípulos, há alguns dias atrás. Mesmo invisível, mesmo que não pudesse ser visto, Ele estava lá! Esta é uma verdade que deve nos trazer ânimo. Jesus sempre está ao lado dos Seus, mesmo quando não acreditamos nEle e duvidamos de Sua fidelidade.

Ao ter seu ceticismo dissipado pela visão e palavras de Jesus, Tomé expressa sua fé em termos mais elevados que a dos demais apóstolos. Ele não somente crê na ressurreição de Cristo, como também O reconhece como Senhor e Deus. Tente perceber o quanto a fé de Tomé excede a dos outros discípulos. Racionalmente, a partir do que ele viu, era possível apenas reconhecer que Jesus ressurgira dentre os mortos. Porém, Tomé enxerga muito além. Ele percebe que Este que ressurgira dentre os mortos não era qualquer um, senão o próprio Deus.

Muitos dos contemporâneos de Jesus O viram, mas tal visão não produzira neles fé. Porém, quando a simples visão física é acompanhada de fé, então esta visão eleva-se a um nível mais profundo. A fé equivale-se à visão que gera vida, ao conhecimento de Deus. Tomé foi um dos que viram, fisicamente, a Jesus e, pela fé, enxergaram-nO em Sua forma real mais profunda, em Sua Divindade.

Sua declaração: “Senhor meu e Deus meu!”, constitui a mais sublime das confissões registradas nos Evangelhos. Ela é o ápice do Evangelho de João e faz ligação com o prólogo: “e o Verbo era Deus”. Desta forma, o evangelista autentica a identidade de Jesus como o Logos encarnado mediante o testemunho do discípulo que, tendo-O visto após a ressurreição, tornou-se um fiel, e não incrédulo.

Terceiro, a despeito da grande fé de Tomé (espero que eu já não seja mal compreendido com esta expressão), há uma bem-aventurança maior endereçada a todos os leitores do Evangelho, hoje. Não podemos mais ver (fisicamente) a Jesus, por isso, hoje, a fé é produzida em nós não pelo que vemos, mas pelo que ouvimos. Como disse Paulo: “De sorte que a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus” (Rom. 10.17). Jesus declara que são “bem-aventurados os que não viram, e creram” (v. 29). Pedro declara isto em outras palavras: “embora não O tendes visto, O amais; e embora não O vedes agora, credes nEle e exultais com gozo inefável e cheio de glória, recebendo o fim objetivo da vossa fé, a salvação das vossas almas” (1 Ped. 1.8-9). A fé nos faz contemplar o que não se pode ver.

Bem, fica uma pergunta para reflexão: quanto da incredulidade de Tomé não está em nós?

O evangelicalismo brasileiro tem muitas facetas, e uma delas é a cara de Tomé. Os evangélicos tupiniquins são a cara deste discípulo, mas advirto: apenas pela metade. Pois o discípulo “incrédulo” se mostrou vigoroso em sua fé, logo em seguida. Por outro lado, os evangélicos brasileiros param no ceticismo empírico (porém, realista) da primeira fase de Tomé (v. 25). O que quero dizer é exemplificado pelo empirismo místico que caracteriza nosso povo. Paulo nos diz que a fé vem pelo ouvir. Os místicos evangélicos, porém, já não consideram a Bíblia tão importante para a fé quanto suas experiências sobrenaturais (revelações diretas de Deus, glossolalias, visões, sonhos, êxtases espirituais, etc.). É preciso algo “mais poderoso” que a própria Bíblia para sustentar a fé destes místicos. Bem, eles bem poderiam ser chamados de “Tomés” modernos – céticos empiristas. Só acreditam no que experimentam.

O que eu poderia dizer, se não repetir as palavras do Mestre: Seja crente, e não incrédulo!

Autor : Pr Diego Dy Carlos

DOIS GÊMEOS - DUAS NAÇÕES !!!


A Venda da Primogenitura:


Texto: Gn.25.27-34

Introdução: Jacó e Esaú eram gêmeos e tiveram as mesmas oportunidades.
A grande diferença entre suas histórias se deu por causa das escolhas que fizeram.
Esaú, que tinha o direito de primogenitura, desprezou a bênção, trocando-a por um prato de lentilhas.

1- Uma necessidade - a fome.

Esaú chegou do campo faminto. O momento da necessidade é oportuno para a tentação.
O mesmo aconteceu com Jesus no deserto (Mt.4.1-3). Ele também é um filho primogênito.

2- Uma solução - um prato de lentilhas.

O inimigo tem uma "solução" enganosa para muitos problemas humanos. É um suprimento da
necessidade, mas envolve a prática do pecado. A mesa do inimigo (I Cor.10.21) contém os
"banquetes" que o mundo oferece. Estão prontos e fáceis. Sem trabalho ou espera. Sexo ilícito,
dinheiro sujo, negócio ilegal, etc.

3- Um preço - o direito de primogenitura.

O inimigo é hábil no comércio (Ez.28.16,18). O homem usa agora e paga depois.
(Ilustração: cartão de crédito). A tentação é grande, mas o preço é alto demais.
O inimigo quer destruir o relacionamento do homem com Deus e conduzir sua alma ao inferno.

Conclusão: Todos os homens têm oportunidade diante de Deus, mas suas escolhas determinarão
sua eternidade. Não aceitemos as ofertas de Satanás.


Em caso de utilização impressa do presente material, favor mencionar o nome do autor:
Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.

DEPOIS DO CARNAVAL....AS CINZAS !!!



O carnaval é um colorido incolor... Tem apenas um brilho pardo, uma alegria triste e uma beleza feia...

O Carnaval acabou sem o caminho na avenida e sem rumo na passarela. Como tudo que é mundano, acabou vazio e sem cor. Descolorido e oco, como seu próprio sentido. Se é que alguma vez o seu sentido teve qualquer sentido. Nem sentido, nem razão tem o carnaval. Tem apenas um brilho pardo, uma alegria triste e uma beleza feia. O carnaval é um colorido incolor.
O carnaval acabou e os foliões retornam. Travestidos de dilemas, retornam sem nunca chegar. Nunca chegam, porque retornam às velhas razões e às cinzentas mesmices. Em vão tentaram colorir de inconsequências e risos periféricos todo este cinza. Agarram-se às aquarelas dos folguedos e bailes, mas das telas das folias trouxeram apenas tonalidades sem cores, cores sem vida, vida que nem vida parece ter. Trouxeram apenas um prisma disforme e esquisito, como a visão que sempre tiveram do Criador.
O carnaval acabou e a procura continua como as manhãs e tardes. Como as estações, esta procura não tem encalço, nem paradeiro. Para que encalços e paradeiros? Essas paralelas inexistem quando buscamos a Deus de todo o coração. Em Cristo, as linhas da problemática humana se covergem. Somente o Calvário pode transpor os obstáculos geométricos e matemáticos de nossa procura. Mas, nesta procura tem que haver verdadeira busca. Busca que não se acomoda em sorrisos mudos, nem em surdos contentamentos.
O carnaval acabou. Passou na avenida, dissolveu-se na passarela da ilusão. Ilusão! Palavra batida e comum é esta. Creio, porém, ser a única suficientemente forte para sinonimizar o carnaval. Por que chamar outro termo ou convocar outro vocábulo? Qualquer expressão linguística alistada a descrever as loucuras de Momo, veste-se em pura ilusão.
Muito choro e ranger de dentes! é o que resta para a quarta-feira. Das cinzas, nenhum fenix se levanta, porque somente os que servem a Deus renovam as suas forças como a águia. O que mais restará da quarta-feira? Nada! Da feira, não somente a quarta parte, mas o todo da alma humana foi comercializada. A honra foi vendida em vulgar liquidação. E, a vergonha, remarcada na mesma feira, onde as cinzas são a manufatura e o acabado produto de uma alegria que não permanece alegria.





Autor: Vicente de Paulo
Fonte: http://pensandoteologia.blogspot.com/2009/01/depois-do-carnaval-as-cinzas.html

UMA TORRE FORTE ???


"E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra." (Gênesis 11:4).

Certa vez o homem quis construir uma grande obra arquitetônica na forma de torre, que lhe serviria como um símbolo do povo e do orgulho.

Mais do que isso, queria encontrar um "nome" próprio, que os identificasse como uma nação.

A rebelião interior do ser humano contra o seu criador o leva a crer que os seus próprios êxitos são o que há de mais importante.

Não satisfeito em ser dependente de Deus, ele queria encontrar um nome, que marcasse a fronteira entre as pessoas e Ele.

O espírito dos construtores de Babel é: "Não preciso de Deus; posso construir a minha própria religião cujo 'Deus' é a minha auto-suficiência".

Sabemos que, conforme o relato bíblico, Deus confundiu as línguas da multidão que construiu a torre.

Todos falavam, pois, no início, uma língua única.

O resultado foi que elas já não podiam se entender mutuamente (Deus confundira a língua deles : Gn 11:7) e não puderam continuar a construir, deixando a obra assim inacabada.

Babel significa "confusão", e esse é o resultado que se projeta no homem, quando seu coração está longe de Deus para construir sua própria religião, que ama a si próprio.

Atualmente nós não temos a torre de Babel, mas o espírito dos seus construtores é evidenciado por aqueles homens e mulheres que rejeitaram o Evangelho de Cristo, porque eles parecem ter uma vida melhor sem Deus.

O homem, pelo pecado, está muito longe do Deus celeste; por isso é que Deus desceu sob a forma de homem, para vir a resgatá-lo e nos dar vida.

"Porque o Pão de Deus é Aquele que desce do céu e dá vida ao mundo." João 6:33.

Caro amigo (a).

Deus está fora de teu sistema religioso?

Você já construiu uma torre de Babel interior para que, do alto do teu orgulho, ninguém possa dizer que, sem o perdão de Deus, você está perdido?

Cristo veio a este mundo para dar a Sua vida na cruz por você, para que você pudesse alcançar a Deus.

Nossos esforços para ultrapassarmos o Deus Criador não trazem outra coisa a não ser confusão e tristeza para nossa alma.

Aceita e crê neste dia: a única estrada que leva ao céu é Cristo.

"Jesus disse: Eu Sou o Caminho, e a Verdade, e a Vida, ninguém vem ao Pai senão por Mim". (João 14:6).

Deixe de lado tuas construções e projetos de vida vazios, que jamais almejarão construir algo de bom; os nossos materiais não são auto-suficientes!

"Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele". (Lucas 14:28,29).

Deixe sua própria torre de Babel e construa de verdade... construa tua vida em Cristo!

Amém.

Deus te abençoe.

ENGANOS NO FINAL DOS TEMPOS !!!


Nove tipos de engano:

1)Engano Religioso : Paulo ensina: "Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados (Cl 2:16). Jejum sem santidade é um exemplo de engano religioso. Proibir as pessoas de se casarem é um exemplo de engano religioso. Declarar as pessoas santas para manter as regras de justiça dos homens é engano ( I Tm 4:1-5).

2)Engano Doutrinário : O engano doutrinário ocorre quando as pessoas abandonam o significado simples da Palavra de Deus. Um exemplo de engano doutrinário é o daqueles que dizem: "Não temos necessidade de batismo nas águas porque o "ladrão", lá na cruz, não foi batizado". A resposta é: "Crucifique-se e serás isento do batismo nas águas" !!! É melhor descer no tanque batismal...!!!!

3)Engano Ético : Este é quando os crentes professam o Senhorio de Jesus Cristo mas mentem e trapaceiam em seus negócios.

4)Engano Moral : O humanismo secular é a pedra angular do engano moral. Ele diz : "se lhe dá prazer, então faça" ! Mas as Escrituras dizem: "Está escrito: não só de pão viverá o homem, mas de toda Palavra que procede da boca de Deus " (Mt 4:4). Você não quebra a Lei de Deus; a Lei de Deus quebra você !!!

5)Engano Intelectual : O engano intelectual é quando um indivíduo crê que suas opiniões, formadas pelo seu intelecto, são iguais ou superiores aos ensinamentos da Palavra de Deus.

6)Engano Fanático : Jesus ensinou: "Mas vem a hora em que todo que vos matar julgará com isso tributar culto a Deus" (Jo 16:2). Os homens das Cruzadas e os líderes da Inquisição Espanhola são exemplos históricos de engano fanático.

7)Engano Místico : Ter experiência de sonhos, visões, vozes, anjos de luz ou luz brilhante, não significa que você tenha tido uma visitação de um anjo ou de Jesus Cristo. Paulo diz que : "o próprio satanás se transfigura em anjo de luz" (II Co 11:14). Tudo que o inspirar a fazer qualquer coisa contrária à Palavra de Deus é demoníaco . Cuidado !!!

8)Engano Sexual :O engano sexual é a crença ou filosofia que rejeita o relacionamento sexual monógamo ordenado por Deus entre um homem e sua esposa como o único relacionamento sexual aceitável.

9)Engano Espiritual : Quando os crentes, em Cristo, se enchem de enfado em relação à disciplina da Palavra de Deus e começam a praticar coisas contrárias à ortodoxia do Novo Testamento. Isto representa a gênese do engano espiritual.

"Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em Meu Nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos" (Mt 24:4-5).

MULHER EIS SEU FILHO.....EIS SUA MÃE !!!


Comentário sobre João 19:26:27

Ora, quando Jesus viu Sua mãe e o discípulo a quem amava, de pé (ali), Ele disse a Sua mãe: Mulher, Eis aí seu filho! Depois disse àquele discípulo: Eis sua mãe! Dessa hora em diante o discípulo a levou para sua própria casa.

Das sete palavras pronunciadas na cruz, João registra três. As sete, com suas referências, são as seguintes:

(1) “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que estão fazendo” (Lucas 23:34).

(2) “Hoje você estará comigo no paraíso” (Lucas 23:43).

(3) “Mulher, Eis aí seu filho!...Eis aí sua mãe!” (João 19:26-27).

(4) “Meus Deus, Meu Deus, por que Me desamparaste?” (Mateus 27:46; Marcos 15:34).

(5) “Estou com sede” (João 19:28).

(6) “Está consumado!” (João 19:30).

(7) “Pai, em Tuas mãos entrego Meu Espírito” (Lucas 23:46).


Portanto, o que temos aqui em 19:26,27 é a terceira palavra da cruz. Era um sofrimento para Jesus ver Sua mãe no meio daqueles que estavam perto da cruz. Ele sofria por causa do sofrimento dela. Parado ao lado dela estava o apóstolo João. O particípio de parado é masculino e se refere somente a João. Então, pode-se fazer uma paráfrase da sentença como segue: “Então, quando Jesus viu Sua mãe, e quando Ele viu o discípulo a quem Ele amava parado (ao lado dela), Ele disse à sua mãe” etc. Sobre a frase “o discípulo a quem Ele amava”.Ninguém melhor que João entendia Jesus. Além do mais, o amor do Senhor por ele evocava a resposta do amor. Assim, o vemos aqui na cruz.

Jesus, então, vendo os dois, disse à Sua mãe, “Mulher, Olhe! Seu filho”. Era muito gentil de Sua parte dizer “Mulher” e não “Mãe”. A palavra “mãe” teria feito com que a espada penetrasse ainda mais fundo no coração de Maria; aquela espada afiada e dolorosa de que Simeão falara (Lucas 2:35). Aqui na cruz, exatamente como nas bodas em Caná foi muito gentil da parte de Jesus enfatizar, pelo uso da palavra mulher, que Maria não devia pensar nEle como meramente seu filho, pois, quanto mais ela O visse como filho, mais iria sofrer quando Ele sofresse. Maria devia começar a vê-lO como seu Senhor. Sim, mesmo assim ela ainda iria sofrer, mas esse sofrimento seria de uma natureza diferente. Ela iria saber que, embora Sua agonia fosse indescritivelmente terrível, essa agonia era, contudo, gloriosa por causa de seu propósito. Ela iria, então, concentrar-se em seu significado redentor. Assim sendo, não mãe, mas mulher. O sofrimento meramente emocional de Maria —como qualquer mãe sofreria por ver seu filho sendo crucificado —deve ser substituído por algo mais elevado e nobre, isto é, por adoração!

Ao dizer, “Mulher, eis aí seu filho”, Jesus estava entregando Maria aos cuidados de João que, como se mostrou (ver sobre 19:25), pode bem ter sido seu próprio sobrinho, o filho de sua irmã Salomé. Parece que João tinha uma acomodação em Jerusalém , embora sua casa de fato fosse na Galiléia. Pode-se perguntar, “Mas, por que Maria não foi entregue aos cuidados de seus outros filhos?” A resposta é: provavelmente porque eles ainda não O tivessem recebido pela fé viva (ver sobre Jo 7:5). E, além disso, quem poderia cuidar melhor de Maria do que o discípulo a quem Jesus amava?

Para o discípulo, Jesus disse, “Olhe! Sua mãe!” João entendeu imediatamente, e daquela hora em diante a levou para sua própria casa.

É verdade que aqui está implícita uma lição sobre a responsabilidade dos filhos (pense em Jesus) para com seus pais (pense em Maria). Mas certamente essa não é a lição principal. O sofrimento de Jesus ao ver Maria sofrer, e especialmente Seu maravilhoso amor —os cuidados do Salvador pelos Seus, mais do que os cuidados de um filho para com Sua mãe — estas são as coisas nas quais se deve pôr ênfase.

"Quem poderá contar o Grande Amor do Salvador " ???

AO HOMEM É DADO MORRER APENAS UMA VEZ, SEGUE-SE DEPOIS O JUÍZO (Hb 9:27) !!!


A palavra reencarnação significa tornar a encarnar, isto é, tornar a possuir corpo, um outro corpo que nada tem a ver com o atual. Quem acredita na reencarnação ensina que o homem para ser salvo, tem que nascer tantas vezes quantas as necessárias para se purificar afim de alcançar a salvação.

Alguns grupos religiosos ou espiritualistas chegam a afirmar que se algum humano foi muito mau ou perverso poderá reencarnar para receber o castigo pelo seu mau carácter, ou, para alguns, até, reencarnar num sapo, numa rã… numa classe de animal tão baixa ou feia na proporção do que foi na vida anterior. Digamos que é uma espécie de maldição.

Para os que adeptos desta ideia, os animais têm alma. Esta forma de reencarnação é conotada, por certos grupos, como Karma.

O que é o Karma?

É uma lei do Hinduísmo que defende que qualquer ato, por mais insignificante que seja, voltará ao individuo com igual impacto. Bom será devolvido com bom; mau com mau. Visto os Hindus acreditarem na reencarnação, o karma não conhece limites de vida/morte. Se o bem e o mal caem sobre si, se as pessoas se comportam de determinado modo consigo, isso deve-se ao que fez nesta ou numa vida passada. Sendo que deve aceitar o seu sofrimento, não havendo aqui lugar para a misericórdia, nem para a libertação.

A teoria da reencarnação é partilhada pelos espíritas, hindus, budistas e por quase todas as religiões e/ou filosofias orientais. Atualmente, também pela Nova Era.

Os denominados “espíritas-cristãos” procuram fundamentar a reencarnação na Bíblia usando um texto com respeito a João Batista que diz que ele viria anunciar o Senhor Jesus “no espírito e virtude de Elias.” - S. Lucas 1:17

Acreditam que João Batista era a reencarnação do profeta Elias. Vejamos o que, de fato, a Bíblia nos diz a respeito:

Hebreus 9:27:” … aos homens está ordenado a morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo.”

Segundo este texto bíblico, o homem só tem uma morte isto é, uma só vida terrestre, não várias, e, depois da sua morte vem o juízo e não a reencarnação, que, de acordo com a doutrina espírita, lhe permita, purificar dos pecados.

S. Lucas 16:19-31: Fala-nos de um homem que morreu perdido o qual foi de imediato parar ao lugar de tormentos (inferno), sem qualquer possibilidade de voltar a viver para resolver o seu grave e eterno problema.

II Samuel 12:14-23: Relata-nos a história de uma criança, filha de David, rei de Israel, que ficou gravemente doente e acabou por falecer. Enquanto doente, ainda viva, o rei orou e jejuou em seu favor. Depois que faleceu, o rei voltou à sua vida normal, dizendo “agora que a criança é morta, por que jejuaria eu? Poderei eu fazê-la mais voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará a mim.” (v. 23). Se houvesse reencarnação David diria palavras diferentes, talvez, “vou esperar que ela reapareça noutra pessoa”…

Jó 19:25-27: Jó foi um homem que ficou gravemente doente, chegando ao ponto de pensar que ia morrer. Mas era um homem que tinha uma certeza:

1 - o Seu Redentor - referência a Cristo – iria Se levantar da terra (ressuscitar)
2 - por tal fato, ele também haveria de ressuscitar;
3 - dizendo que O veria na sua própria carne (no seu próprio corpo, ressuscitado) e pelos seus próprios olhos e não pelos olhos de outro, em algum outro corpo isto é, reencarnado.

Será que Jesus reencarnou?

Esta é outra ideia propalada pelos espíritas – “Jesus reencarnou”. Não é na Bíblia, com toda a certeza, que se encontra tal ideia. Jesus não reencarnou. Ele ressuscitou! Ele readquiriu o Seu corpo. A sepultura ficou vazia (Mateus 28:5-6; Lucas 24:2-3; João 20:3-9).
Ele reapareceu adulto, com um corpo material (Lucas 24:36-43) e o mesmo corpo, com as marcas dos cravos e da lança (João 20:24-28). Porém, Glorificado (Filipenses 3:20-21), Imortal e Incorruptível, com características especiais como, por exemplo, velocidade de deslocação (Lucas 24:15 e 31) e possibilidade de “traspassar” a matéria (João 20:19 e 26).

Jesus não ressurgiu através de um outro nascimento físico, nascido de mulher. Ele nasceu uma única vez e morreu uma única vez, ressuscitou, caminhou entre os homens, depois de ressuscitar, “com muitas e infalíveis provas” (I Coríntios 15:3-7; Atos 1:3), e ao fim de quarenta dias ascendeu ao céu (Lucas 24:50-51) onde Se assentou à direita de Deus para interceder pelos Seus discípulos (Romanos 8:24). Depois de subir ao céu foi visto (Atos 7:55-56; I Coríntios 15:8).
Irá voltar descendo em Poder e Grande Glória, no mesmo corpo com que subiu (Mateus 24:29-30; Atos 1:11; Apocalipse 1:7), isto é, não vai reencarnar!

Quando Ele encarnou no ventre da virgem Maria por ação do Espírito Santo – encarnou, não reencarnou. Ele era preexistente – já existia no céu, antes da criação do mundo e da humanidade, junto do Pai, como Deus (João 1:1; 17:5), e não como espírito de um qualquer falecido.

A ressurreição, sim, é doutrina bíblica para todo o falecido, em que o corpo, entretanto descido à sepultura ou algures no pó da terra, será revivificado e levantado e será junto à respectiva alma que já o habitava enquanto vivente à face da terra, para todo o sempre. Isto acontecerá no futuro, sendo que os salvos ressuscitarão para a Vida Eterna e os perdidos para a condenação eterna. - Daniel 12:2; João 5:28-29

Isaías 38:9-11: Este texto fala-nos de um rei de Judá, de nome Ezequias, que adoeceu com uma doença mortal. Contando com a morte, o rei disse que, morrendo, deixaria de ter comunhão com Deus e jamais veria o homem, sobre a face da terra.
Até aqui, concluímos que o homem só tem uma oportunidade de vida, na medida em que, morrendo, nunca mais volta a estar entre os que habitam a terra.

E quanto à questão de João Batista ser a reencarnação de Elias?

É uma falácia espírita, que não tem em conta a totalidade do contexto Bíblico, nem o que as escritura dizem a este respeito. Mas vejamos então mais algumas passagens bíblicas que nos esclarecerão no que concerne a este assunto:

1 - Certa vez perguntaram a João Batista se era Elias e ele respondeu que não. João 1:21
2 - Elias não morreu. Foi arrebatado ao céu sem passar pela morte. - II Reis 2:11, pelo que nunca poderia ter reencarnado, uma vez que, segundo o espiritismo, a reencarnação é para os mortos.
3 - Depois de João Batista ter morrido, Jesus, com três dos seus apóstolos, subiu a um monte onde ali se transfigurou, revelando a Sua Glória e Majestade. Nessa manifestação apareceram junto Dele dois homens do passado, sendo um deles Elias. (Mateus 17:1-4). Na altura deste acontecimento João Batista já tinha morrido às mãos de Herodes (Mateus 14:6-12). Se João Batista fosse a reencarnação de Elias, o óbvio é que quem deveria aparecer deveria ser o primeiro e não o segundo. Portanto, João Batista não era a reencarnação de Elias!

Quando o anjo Gabriel anunciou aos pais de João Batista que este iria adiante de Jesus no espírito e virtude de Elias, significa que ele teria uma tarefa e uma postura semelhante àquele profeta. Neste caso, a palavra espírito não tem a ver com o espírito da pessoa mas sim com o Espírito proveniente de Deus, o qual concede virtude (poder e graça) para o exercício da tarefa que Ele determina.

Relativamente à necessidade e à forma de purificação dos nossos pecados, isso é possível só pelo sangue que Jesus verteu na cruz (Apocalipse 1:5; I João 1:7; Hebreus 9:14). Essa purificação alcança-se enquanto em vida, requerendo do homem arrependimento, fé e confissão a Jesus Cristo. - Atos 3:19; I João 1:8-9; Apocalipse 7:14.

Novo Nascimento e Reencarnação:

Jesus diz que para se entrar no Reino de Deus é necessário nascer de novo (João 3:3). Os espíritas usam esse texto para pregar a sua doutrina da reencarnação. Mas esse texto nada tem a ver com o nascer fisicamente e, muito menos, com reencarnação. O contexto explica o que Jesus queria dizer, reforçado com outras passagens bíblicas. Jesus estava a referir-Se a um nascimento espiritual.

Certa vez, Jesus estava numa entrevista com um dos teólogos da religião judaica, de nome Nicodemos que O procurara. E Jesus disse-lhe que ele precisava de nascer de novo para participar do Reino de Deus. Nicodemos questionou-O se isso significava tornar a entrar no ventre materno? - João3:4

Poderemos reformular a questão de Nicodemos, em termos espíritas: “Tenho que reencarnar?”. Jesus respondeu-lhe dizendo que o novo nascimento não é carnal (físico, material), mas espiritual (v. 6). É um nascimento operado pela “água”, uma referência à Palavra de Deus (Efésios 5:25-26) e pelo Espírito de Deus.

O Espírito Santo, usando a Palavra de Deus, a Escritura divinamente inspirada (II Timóteo 3:16-17), convence o homem do pecado, da justiça e do juízo (João 16:7-8) e da necessidade de aceitar pela fé, Jesus Cristo como Único e Suficiente Salvador. - Atos 4:10-12.
E o homem ao fazer isso será salvo e convertido numa nova criatura (II Coríntios 5:17; I Pedro 1:3 e 23; I João 5:18).
Aquele que nasce do Espírito não vive mais segundo a carne, mas segundo Espírito, i.e., vivendo sob a ação e a orientação do Espírito Santo. (v. 8; Rm. 8:1-4).